De olho em votos do Rio, Planalto quer que Alcolumbre também a PEC da Segurança
Governo vê na proposta um caminho para reduzir a ampla vantagem de Flávio Bolsonaro entre os eleitores fluminenses. Bolsonaristas, por sua vez, querem que Alcolumbre paute também a anistia para os condenados pelo 8 de Janeiro
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Em negociação com Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), o governo busca mais um gesto de alinhamento do presidente do Senado. Além da pressão para que ele levasse a plenário o fim da jornada de trabalho 6×1, Lula quer que o Senado também decida Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O assunto foi tratado pelo ministro José Guimarães (Relações Institucionais) com o próprio Alcolumbre durante reunião na Residência Oficial do Senado nesta terça-feira, 6.
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O Planalto faz o movimento pensando no voto dos eleitores do Rio de Janeiro. Coordenadores da campanha de Lula querem uma agenda concreta sobre o tema segurança para tentar reduzir a vantagem que Flávio Bolsonaro obteve sobre o petista no estado, onde a questão da segurança é bastante sensível. Flávio obteve 53,01% dos votos válidos no Rio, contra 39,41% de Lula.
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Até a manhã desta terça, Alcolumbre só havia confirmou a decisão de levar a plenário a proposta do fim da escala 6×1. Se vem recebendo pressões do Planalto por um lado, por outro ele também é pressionado por bolsonaristas para pautar a anistia para os presos pela tentativa de golpe do 8 de Janeiro.