O mapa de votos que pode colocar Wellington Luiz de novo no comando da CLDF
Alta de 70,1% na votação do distrital amplia seu capital político para a disputa pela presidência do Legislativo da capital federal
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Representante legitimado da PCDF (Polícia Civil) por mais um mandato, Wellington Luiz (MDB) chega à nova legislatura como deputado distrital com um argumento que a política costuma respeitar: o voto. Presidente do MDB-DF e reeleito neste domingo, 4, o parlamentar foi um dos mais leais ao projeto de reeleição da governadora Celina Leão (PP), mesmo diante das pressões de Ibaneis Rocha e Rafael Prudente, ambos correligionários emedebistas.
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O atual presidente da CLDF (Câmara Legislativa do Distrito Federal) foi reeleito com 28.796 votos, contra 16.933 em 2022, um crescimento de 70,1%. Mais do que o salto no total, chama atenção a distribuição: a votação avançou em praticamente todas as regiões do DF em comparação com 2022. Em Águas Claras, por exemplo, o distrital passou de 1.384 para 2.818 votos; em Taguatinga, de 866 para 1.791; e na região do Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Park Way e Candangolândia, de 1.129 para 2.122.
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O desempenho eleitoral reforça a posição de Wellington na montagem da próxima Mesa Diretora. Aliado de Celina Leão (PP), que disputará o segundo turno para o GDF (Governo do Distrito Federal), o emedebista já ocupa a presidência da CLDF por dois mandatos seguidos e chega à nova legislatura com uma votação significativamente maior que a obtida quatro anos atrás, fato que fortalece a possibilidade de se manter no comando do Legislativo distrital, caso Celina confirme a liderança no segundo turno, marcado para o dia 25 de outubro.