De Ramagem a Andrei, decisões sobre o comando da PF reforçam o duelo ideológico

As situações não são idênticas, claro, mas o mundo político reaviva em Brasília o debate sobre os limites do STF na interferência da Polícia Federal

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Lideranças políticas lembram, nesta terça-feira, 8, que, em 2020, o ministro Alexandre de Moraes suspendeu a nomeação de Alexandre Ramagem, escolhido pelo então presidente Jair Bolsonaro para comandar a Polícia Federal.

Na época, parlamentares alertaram a turma que festejava a decisão de que, “quando um poder atravessa o rubicão, é difícil voltar”. Ninguém ouviu.

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Agora, diante da decisão de André Mendonça de afastar temporariamente Andrei Rodrigues do comando da PF, muita gente em Brasília recorre ao velho jargão que diz que “pau que dá em Chico dá em Francisco”.

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