O comentário de Rogério Marinho sobre a molecagem que impediu a candidatura de Flávio
Alteração da filiação do candidato do PL à Presidência da República reacende clima de conspiração sobre os sistemas da Justiça Eleitoral
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Alguém achou uma ideia genial mudar, no sistema da Justiça Eleitoral, a filiação de Flávio Bolsonaro: do PL para o Missão, partido de Renan Santos.
A molecagem impediu, nesta quinta-feira, 13, o registro da candidatura de Flávio à Presidência pelo PL. A certidão do TSE registra a filiação ao Missão em 12 de agosto e, na mesma data, a saída do PL.
A equipe jurídica do senador foi acionada e trabalha para reverter a situação dentro do prazo para o registro das candidaturas, que termina no sábado, 15. Vai conseguir.
O senador Rogério Marinho, coordenador-geral da campanha de Flávio, disse que o PL exigirá uma investigação para identificar e punir o responsável pela “filiação espúria”.
“Foi alguém que não gosta da gente”, disse Marinho, ao comentar a autoria da mudança.
Por enquanto, não há confirmação de que tenha ocorrido um hackeamento dos sistemas da Justiça Eleitoral. A apuração sobre como a alteração foi feita está em curso.
Mas o episódio já reacendeu o clima de conspiração o preço da gracinha de quem quer que tenha feito a alteração, que deverá ser identificado e, se houver crime, punido.
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“O sistema não é íntegro?”, provocou Marinho, em conversa com jornalistas no plenário do Senado.