O que diz o presidente do PCO sobre a operação da PF
A investigação da Polícia Federal apura contratos do partido com gráficas que movimentaram R$ 1,8 milhão em cinco anos
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O presidente do PCO (Partido da Causa Operária), Rui Costa Pimenta, rebateu as suspeitas contra ele e a legenda que vieram à tona na Operação Causa Própria, deflagrada pela PF (Polícia Federal) nesta terça-feira, 11. A ação investiga supostas irregularidades na prestação de serviços contratados pelo partido durante campanhas eleitorais.
Em uma live, o candidato à Presidência da República se disse vítima de perseguição política e classificou a ação policial como uma besteira, uma mentira. Para a PF, já somos culpados, disse Pimenta. Não há dúvida: é uma campanha política. E uma campanha para prejudicar o partido eleitoralmente, desabafou.
Mais cedo, a PF esteve na casa de Pimenta e em um escritório ligado ao partido para cumprir mandados de busca e apreensão. A investigação apura contratos firmados pelo PCO com gráficas que somam despesas de R$ 1,8 milhão em cinco anos. Segundo o inquérito, o presidente do partido teria papel na administração dos recursos.
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Em resposta, Rui Costa Pimenta negou as irregularidades, acusou a corporação de criar um espetáculo e criticou o nome da ação policial, que faz alusão ao nome do partido. Juntaram os gastos do partido com impressos em quatro eleições. O serviço foi prestado, o material foi impresso e o valor foi pago. As empresas existem, não são fantasmas.