A PEC garante autonomia orçamentária à autoridade monetária, que deixaria de depender do Orçamento da União. Se a proposta for aprovada, o BC administrará recursos próprios, sem interferência no Tesouro Nacional, e não estará sujeito ao arcabouço fiscal.

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O orçamento do Banco Central, os investimentos e as despesas com pessoal serão processados internamente e, pelo texto, serão submetidos ao CMN (Conselho Monetário Nacional) e, posteriormente, à CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado.