Quaest: Michelle leva a melhor na briga com Flavio Bolsonaro

Postagem da ex-primeira-dama foi mais bem aceita e teve maior alcance do que a reação do enteado, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira, 15

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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro levou vantagem em relação ao enteado Flávio Bolsonaro na repercussão do vídeo com acusações de que teria sido humilhada por ele, de acordo com a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 15. O levantamento indica que o episódio foi considerado positivo para ela por uma parcela maior da população do que para o pré-candidato do PL ao Planalto. O conteúdo do vídeo de Michelle também teve maior alcance entre os eleitores do que a resposta do senador.

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Enquanto 45% dos entrevistados disseram que ela acertou ao divulgar o vídeo nas redes sociais, 38% opinaram que ela errou, e 17% não souberam ou não responderam. Quanto à veracidade das acusações, 31% acreditam que ela divulgou informações verdadeiras sobre o enteado, 27% parcialmente verdadeiras, 16% avaliam que são falsas e 26% não souberam responder. 

A pesquisa apontou que a reação de Flávio teve um alcance limitado diante do vídeo da madrasta. Entre os entrevistados, 51% disseram não saber do vídeo de Michelle, mas o percentual de quem indicou conhecer o vídeo de Michelle foi de 49%, superando os que tomaram conhecimento do vídeo de Flávio se desculpando pelas ofensas à madrasta que foi de 33%. Não souberam o vídeo de Flávio 67% dos entrevistados.

Entre os entrevistados, 42% tendem a concordar mais com a ex-primeira-dama e 18% concordam com Flávio. Dados da pesquisa indicam que Michelle provocou um dano importante dentro da base eleitoral de Flávio, já que entre os eleitores de direita, 35% acham que ela acertou em divulgar o vídeo. Entre os bolsonaristas, os que mais defendem Flávio (67%), 20% também consideram que ela acertou.

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A pesquisa ouviu presencialmente 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07181/2026.

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