Depois da Copa
O senador disse que devolverá o salário referente ao tempo em que ficou nos Estados Unidos como comentarista esportivo
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A final da Copa do Mundo é no dia 19 de julho, dois dias depois do início do recesso parlamentar e a pouco mais de uma semana do início oficial do período eleitoral, tempo em que o Congresso funcionar devagar, ou quase parado. Mas o recesso do senador Romário (PL-RJ) começou um mês antes ao viajar para os Estados Unidos para ser comentarista de TV na Copa do Mundo.
De acordo com a assessoria do deputado, ele já está de volta ao país, após a derrota do Brasil para a Noruega, mas no último mês, no entanto, Romário ainda não apareceu no Congresso. “O senador participou de todas as sessões durante a Copa. Todas as sessões foram remotas”, justificou sua assessoria.
Romário, após a repercussão negativa de sua viagem em pleno funcionamento do Senado, disse que devolverá o salário. Apesar da atividade paralela, o gabinete dele permaneceu em pleno funcionamento durante a Copa, com despesas bancadas pelo Senado.
O somatório das “cotas para o exercício do mandato parlamentar” somaram quase R$ 20 mil em despesas com aluguel de imóveis para escritório político (6.710,73 entre junho e julho), materiais de consumo (2.637,60 em junho), contratação de serviços para apoio parlamentar (R$0 mil em junho).
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Entre as despesas não cobertas pela “cota parlamentar”, o gabinete do Senado gastou cerca de R$ 18 mil entre junho e julho com os Correios e impulsionamento nas redes sociais.