Em Minas, MDB já tem uma resposta sobre a hipótese de apoio a Patrus Ananias
Enquanto os petistas se animam com a possibilidade de candidatura própria, MDB prefere ser cabeça de chapa em uma aliança mais ampla
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Apesar da animação do PT com o lançamento de uma candidatura própria em Minas Gerais, ainda não há desfecho sobre a formação do palanque que vai abrigar a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado. Os movimentos do partido na última semana apontaram o deputado Patrus Ananias como cabeça de chapa. No entanto, as legendas que conversam com os petistas não aceitam essa hipótese.
Um dos partidos que não topam Patrus é o MDB. Não há disposição da sigla para entrar na aliança tendo Gabriel Azevedo de vice de um petista. Azevedo tem repetido que está desde o ano passado na estrada como pré-candidato ao governo, lançará seu plano de governo na próxima semana e oficializará sua candidatura no início de agosto.
Além disso, Azevedo não quer o PT como vice. O emedebista, nesta semana, conversou com o presidente nacional do PSDB, deputado Aécio Neves, para atrair o partido para sua aliança e vem mantendo conversas com mais 16 legendas, entre elas o PT. O emedebista também já recebeu apoio de siglas como o PV mineiro, federado com o PT, além de vários nomes do PCdoB.
Azevedo também tem o apoio de Marília Campos, ex-prefeita de Contagem e pré-candidata ao Senado à sua candidatura ao Palácio Tiradentes. Ele também se compromete em tê-la na chapa como candidata a senadora.
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De acordo com petistas, a candidatura de Patrus depende ainda de uma aprovação de Lula. Patrus, no entanto, diz que é candidato a deputado federal, segue em campanha e assegurou a Azevedo sua pretensão de renovar seu mandato na Câmara. Como se diz em Minas, ainda tem muita água para passar debaixo dessa ponte.