O enigma Sidônio: ele sai ou fica?

A possibilidade de o ministro deixar a Esplanada para se dedicar exclusivamente à campanha de Lula voltou ao radar

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O enigma em torno da possibilidade de o ministro Sidônio Palmeira (Secom) deixar o posto segue em aberto. Mas há uma nova aposta na Esplanada dos Ministérios e no Palácio do Planalto de que ele pedirá exoneração para se dedicar exclusivamente à campanha presidencial em julho. 

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Neste momento, o diagnóstico é de que a presença de Sidônio na coordenação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para enfrentar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é essencial, dados os movimentos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a favor do parlamentar. 

Entretanto, não há uma definição absoluta sobre o assunto, em meio a idas e vindas nas discussões. O próprio PlatôBR noticiou no fim de dezembro de 2025 que a aposta no Planalto era de que Sidônio ficaria no cargo até junho ou julho deste ano.

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A tendência, caso a exoneração se confirme, é de que o secretário-executivo da pasta, Tiago Cesar dos Santos, assuma a vaga de ministro. 

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