O que Lula sinalizou para o futuro da pauta econômica do Brasil com os EUA e o mundo

O petista mandou alguns recados sobre como três assuntos serão conduzidos pelo seu governo no curto prazo e, também, para um novo mandato caso seja reeleito

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu algumas pistas sobre como três pautas econômicas importantes serão tratadas pelo seu governo no curto prazo e, também, caso seja reeleito para um novo mandato. As apostas e recados do petista após se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se concentraram no tarifaço, no mercado de data centers e na atração de investimentos para exploração de minerais críticos.

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De imediato, Lula espera encerrar o debate sobre o tarifaço imposto por Trump aos produtos brasileiros em 30 dias. Segundo ele, esse é o prazo para que os ministros brasileiros e secretários americanos discutam tecnicamente os termos para encerrar a sobretaxação imposta aos importados produzidos no Brasil. Sorridente durante a entrevista coletiva na embaixada do Brasil em Washington, o presidente disse estar otimista com uma decisão favorável ao país e isso passaria por concessões dos dois países. 

No caso dos data centers, Lula deu um recado claro de que quem quiser investir nesse setor terá que produzir a própria energia. O debate global sobre o assunto decorre do alto consumo de energia dos servidores para o processamento de dados e dos equipamentos para o controle térmico dessas instalações. Na prática, o petista sinalizou indiretamente que o investimento das empresas terá de ser maior do que o estimado inicialmente. “Alguém quer fazer data center no Brasil, tem que produzir a sua própria energia. Porque nós não vamos gastar dinheiro para criar data center para mandar dados para outros países”, afirmou o presidente.

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Sobre minerais críticos, o presidente da República sinalizou para Trump e para o mercado que não dará exclusividade aos Estados Unidos na exploração das terras raras, essências para produção de baterias e equipamentos militares. Sem acesso aos recursos da China, os americanos têm indicado que querem acesso aos minerais brasileiros. “Nós não temos preferência. O que queremos é fazer parceria, compartilhar com as empresas americanas, chinesas, francesas. Quem quiser ajudar a gente a fazer mineração, a separação e produzir a riqueza que essas terras raras nos oferecem, estão sendo convidados para ir no Brasil”, disse.

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