Outro diagnóstico: lesão retirada na cabeça de Lula é um tipo de câncer de pele

O que o governo informou que seria uma queratose é um carcinoma basocelular, provocado por exposição ao sol e com baixa probabilidade de metástase

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se submeteu nesta sexta-feira, 24, a uma cirurgia de retirada de um carcinoma basocelular, que é um tipo de câncer de pele provocado pela exposição ao sol. O diagnóstico foi confirmado pela dermatologista Cristina Abdala, responsável pela retirada da lesão no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. 

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Segundo ela, Lula já estava acompanhando há algum tempo a evolução da ferida que era localizada na cabeça. Na quinta-feira, 23, ao comunicar a origem da lesão, fontes da Secom informaram se tratar de uma queratose, um acúmulo de pele na região do couro cabeludo. A revelação sobre o câncer foi feita depois da cirurgia. De acordo com o médico Roberto Kalil Filho, uma biópsia foi realizada no material removido e o resultado ficará pronto nos próximos dias.

Além da retirada da lesão, Lula também fez uma infiltração na mão direita para aliviar as dores de uma tendinite. Kalil Filho informou que os procedimentos foram feitos sem intercorrências. Lula chegou ao hospital por volta das 7h10 da manhã, acompanhado da primeira-dama, Janja. Ele teve alta no início da tarde e, por recomendação médica, ficará descansando em sua casa em São Paulo no fim de semana.

O carcinoma basocelular é um tipo comum de câncer de pele, com baixo risco de metástase, diferente do carcinoma espinocelular ou melanoma, que são mais graves. De acordo com os médicos, a lesão foi retirada por completo.

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Essa não é a primeira vez que Lula se interna devido a um câncer. Em 2011, ele teve um diagnóstico de câncer na laringe, se submeteu a tratamento radioterápico que o curou, mas não passou por cirurgia. As origens dos dois problemas, no entanto, não guardam correlação.

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