Sinal dos tempos: palanque de Lula e Pacheco em Minas estaria aberto até para Aécio

Novo ministro das Relações Institucionais diz que, para conseguir o "sim" do senador, petistas aceitam fazer campanha junto com o tucano, que aguarda resposta de Ciro sobre candidatura ao Planalto

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Se depender da disposição do PT, não haverá resistência à formação de um palanque em Minas Gerais, encabeçado pelo Rodrigo Pacheco (PSB-MG), e tendo o deputado federal, Aécio Neves (PSDB), como candidato a uma das vagas no Senado. Pacheco é o nome apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva

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O ministro José Guimarães (Relações Institucionais), que até a semana passada era o coordenador do GTE (Grupo de Trabalho Eleitoral) do PT, disse que o mais importante para resolver o palanque de Minas é o “sim” de Pacheco para a candidatura. “O que falta é o Pacheco dizer que é candidato. Na hora que ele disser que é candidato, o palanque de Minas estará montado”, disse Guimarães, que é vice-presidente nacional do PT, em conversa com jornalistas no Palácio do Planalto nesta quinta-feira, 16.

“Na opinião do presidente Lula e do PT, é um palanque muito consistente, se Pacheco for o nosso candidato. Se você tem um palanque com a cabeça dele [Pacheco], dessa dimensão, tudo que está mais em baixo pode entrar”, disse, referindo-se à possível composição com o tucano.”, disse o ministro que defende que as definições devem ficar a cargo de Pacheco.

A intenção de Aécio, como mostrou o PlatôBR, é participar da chapa de Pacheco, mas sem apoiar Lula. Também presidente nacional do PSDB, o deputado aposta no surgimento de um candidato de centro e, nesta semana, ele convidou o ex-ministro Ciro Gomes, filiado ao PSDB, para se candidatar a presidente pelo partido. Ciro ainda não respondeu.

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Até o momento, a única exigência do PT local é de que Marília Campos, ex-prefeita de Contagem, seja candidata a uma das vagas ao Senado.

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