Caso Master no MT: CPI vai receber resposta de governador por escrito

Relator da CPI do Crime Organizado diz que irá analisar depoimento por escrito de Mauro Mendes e de ex-governador que o acusa por escrito

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O relator da CPI do Crime Organizado, Alessandro Vieira, mudou de ideia e não pretende, pelo menos por ora, convocar o ex-governador do Mato Grosso, Pedro Taques, para depor sobre a relação do governo estadual com o Banco Master.

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Vieira disse à coluna, nesta quinta-feira, 12, que irá receber as versões e documentos de Taques e do governador Mauro Mendes por escrito antes de deliberar sobre a convocação. O motivo da cautela é uma disputa política local: os dois são pré-candidatos ao Senado Federal pelo Mato Grosso.

O relator da CPI do Crime Organizado afirmou que não deixará a comissão virar trampolim para disputas locais.

Vieira havia apresentado, no dia 5 de março, um requerimento para a convocação de Taques. O ex-governador, segundo a justificativa do relator, poderia dar um depoimento de altíssimo valor probatório sobre o pagamento de um acordo de R$ 308 milhões com dinheiro de fundos do Banco Master entre o governo do Mato Grosso e a Oi.

Conforme mostrou a coluna, o dinheiro foi desembolsado pelo governador Mauro Mendes, do União Brasil, em um acordo de restituição de cobranças tributárias que agora está sendo contestado na Justiça, tanto pelo teor da negociação quanto pelo caminho do dinheiro. O autor da ação judicial é Taques.

Mauro Mendes esteve no Senado na quarta-feira, 11, e encontrou a senadora Margareth Buzetti, do PP do Mato Grosso.

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À coluna, o ex-governador do Mato Grosso afirmou que sua convocação não seria eleitoral, e contestou: O ano de eleição não pode apagar o combate à corrupção. Taques afirmou que começou a investigar os repasses dos fundos do Master em maio de 2025, período que, segundo ele, não tinha nada a ver com ano eleitoral.

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