A palavra de Michelle e a ameaça de debandada do PL na corrida pelo governo do DF

Ex-primeira-dama reafirmou apoio à amiga Celina Leão e descarta movimentos internos para nova composição eleitoral após crise com BRB e Master

Publicidade
Carregando...

De olho na principal cadeira do governo Distrito Federal, integrantes do PL usaram como justificativa a crise do BRB com o Banco Master para tentar uma debandada da possível chapa encabeçada pela atual vice-governadora, Celina Leão (PP). O movimento teria como opção a candidatura de Thiago Manzoni, deputado distrital do PL e assistente religioso de Jair Bolsonaro na cadeia, mas não vingou até agora.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O ESTADO DE MINAS NO Google Discover Icon Google Discover SIGA O EM NO Google Discover Icon Google Discover

Dentro desse impasse político, o governador Ibaneis Rocha (MDB) ainda trabalha para receber apoio da família Bolsonaro na disputa pelo Senado. O escândalo envolvendo as duas instituições financeiras, no entanto, é a principal alegação para o afastamento do partido de Valdemar Costa Neto do projeto emedebista. Além disso, os aliados de Jair Bolsonaro torcem ainda o nariz para a composição com o MDB, pois avaliam que, por ser advogado, Ibaneis dificilmente se juntaria aos senadores eleitos para apoiar propostas de impeachment contra ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), uma das principais bandeiras dos grupos de direita.

Com a ferida exposta, o ex-governador José Roberto Arruda (PSD) fez acenos para a candidatura de Flávio Bolsonaro por meio de Valdemar. Da mesma forma, também sinalizou intenção de dialogar com dirigentes do PT e apoiadores de Lula. Nomes do PL até cogitaram seguir com Arruda, mas a hipótese ruiu e um dos motivos é o risco de veto ao nome do ex-governador pelo TSE. O político ainda cumpre condenações judiciais dentro dos desdobramentos da operação Caixa de Pandora.

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

A chance de uma nova composição eleitoral do PL que mire o Palácio do Buriti, neste momento, é praticamente zero. E tem nome e sobrenome: Michelle Bolsonaro. A ex-primeira-dama segue como a principal fiadora bolsonarista da candidatura de Celina ao governo. Apesar das articulações internas, tanto para solução caseira quanto para apoiar Arruda, o partido conservador tende a honrar a palavra da esposa de Jair Bolsonaro, que lidera com folga todos os cenários da corrida ao Senado pelo DF. A não ser, é claro, que um novo vetor bagunce ainda mais o já conturbado cenário político atual.

Tópicos relacionados:

reportagem

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay