Nas redes sociais, 67,5% das menções apoiaram quebra de sigilos de Lulinha

Com 21,1% de menções, a narrativa de perseguição a Lulinha teve maior taxa de compartilhamento, aponta levantamento da Ativaweb

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A sessão da CPI Mista do INSS que aprovou a quebra dos sigilos fiscal e bancário de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, nesta quinta-feira, 26, gerou mais de 4,5 milhões de menções nas redes sociais em poucas horas, segundo levantamento da agência Ativaweb.

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O estudo apontou que 67,5% dessas menções foram favoráveis à investigação, enquanto 21,2% das postagens classificaram a medida como perseguição política.

O levantamento foi feito em X, Instagram, Facebook e TikTok. A maioria das postagens, 54%, foi feita no Instagram.

Segundo a análise feita pela agência, embora a maioria apoie a investigação, o bloco perseguição apresentou maior densidade emocional e maior taxa de compartilhamento médio.

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Para Alek Maracajá, fundador da Ativaweb, esse comportamento das redes “caracteriza polarização ativa, em que minorias mobilizadas geram impacto proporcionalmente maior”.

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