MDB endurece o discurso para se garantir na chapa do PT na Bahia

O ex-ministro Geddel Vieira Lima, que comanda o partido no estado, diz ser inegociável que um emedebista seja vice de Jerônimo Rodrigues. Ele tenta, assim, estancar discussões sobre possíveis trocas na chapa

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O MDB endureceu o discurso sobre a montagem da chapa que tentará a reeleição do atual governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT). A posição foi tornada pública por Geddel Vieira Lima, ex-ministro da Integração Nacional e dirigente estadual da sigla, ao indicar que o partido não abre mão da vaga de vice na disputa majoritária. Atualmente, o emedebista Geraldo Júnior é o número dois do estado.

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Após almoço com Jerônimo, Geddel declarou que o recado foi dado diretamente ao governador e que, para o MDB, o ciclo de negociações está encerrado. A avaliação do ex-ministro é de que a legenda tem direito ao espaço e que outros partidos da base já estão suficientemente contemplados. “O tempo de negociar participação em chapa com o MDB passou. A vice não está em discussão”, afirmou. Geddel lembra que houve conversas anteriores para tentar preservar a unidade política, especialmente enquanto o senador Angelo Coronel, antes de romper com o grupo governista, integrava a base aliada ao PT no PSD baiano. 

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Geddel também ressaltou que o PSD, comandado no estado pelo senador Otto Alencar, já ocupa posições relevantes dentro do governo. Para o MDB, o fator reforça a defesa do posto de vice-governador como espaço legítimo do partido. Nas redes sociais, o ex-ministro buscou conter especulações sobre uma eventual disputa interna envolvendo Otto Alencar. Ele disse manter diálogo frequente com o senador e rejeitou a tese de que estaria reivindicando a vaga ocupada pelo MDB. Segundo Geddel, insinuações desse tipo não condizem com o histórico político de Alencar nem com os acordos firmados na base governista.

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