Veto total à dosimetria: Lula participou de ato sobre 8/1 em ritmo de campanha

Cerimônia que marca três anos da tentativa de golpe de Estado antecipa tom eleitoral do último ano do terceiro mandato do petista

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, transformou o ato em referência aos três anos da tentativa de golpe de 8 de janeiro, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram as sedes dos três poderes, inconformados com a vitória do petista nas eleições, em um evento com forte apelo eleitoral. Em seu discurso, o presidente se utilizou da comparação entre o seu mandato e o de Bolsonaro para mostrar diferenças em relação à democracia.

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Na cerimônia realizada dentro do Palácio do Planalto, o ato começou com gritos de “sem anistia” da plateia. No discurso, o presidente enfatizou que a data precisa ser comemorada como sinal de vitória contra os que conspiraram contra o país e indicou a prisão do grupo liderado por Bolsonaro como sinal de “vigor” da democracia. “Talvez a prova mais contundente do vigor da democracia brasileira seja o julgamento dos golpistas pelo STF. Todos eles tiveram amplo direito de defesa, foram julgados com transparência e imparcialidade. Ao final do julgamento, condenados com base em provas robustas e não com ilegalidades em série, meras convicções ou power points fajutos”, disse, em referência à Lava Jato.

“A tentativa do golpe de 8 de janeiro de 2013 veio para nos lembrar que a democracia não é uma conquista inabalável. Ela será feita como uma obra em construção, sujeita ao permanente assédio de velhos e novos candidatos a ditadores”, destacou o líder petista.

Ao final da cerimônia, Lula assinou o veto integral ao projeto de lei que reduz a pena dos condenados pelo STF (Supremo Tribunal Federal), aprovado pelo Congresso, e desceu a rampa do Planalto, acompanhado pelo vice, Geraldo Alckmin, para cumprimentar as pessoas que se concentraram na frente do Palácio do Planalto. 

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Os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), não compareceram à cerimônia. Os dois presidentes do Legislativo defendem a dosimetria e o veto deve ser colocado novamente em votação em sessão do Congresso a ser convocada por Alcolumbre, na volta dos trabalhos no Congresso. 

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