O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) prometeu, em seu programa eleitoral na televisão, criar o “Ministério da Prosperidade” caso seja eleito presidente.
“Eu vou criar o Ministério da Prosperidade. Para quem quiser estudar, fazer curso, empreender, ter crédito, abrir o seu próprio negócio, crescer e prosperar", afirmou o senador.
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No programa eleitoral, ele também se comprometeu com a manutenção e reajuste do Bolsa Família. Ele afirmou ainda que os beneficiários do programa social vão poder continuar recebendo o auxílio mesmo depois de conseguirem emprego. “Vou manter e reajustar o Bolsa Família. E quem tem emprego, não perde o benefício. Para esse governo, Bolsa Família é o máximo. Para mim, é só o começo”, afirma Flávio Bolsonaro.
Nas diretrizes do plano de governo do candidato para 2027 a 2030, não consta a criação do “Ministério da Prosperidade”. Como parte da proposta de reforma administrativa defendida por Flávio, o documento prevê o corte de pelo menos 10 ministérios, além da redução de cargos comissionados e despesas administrativas.
No plano, há um eixo denominado “Brasil que Prospera”. Entre as propostas, estão a transformação da Caixa Econômica Federal em “Banco da Prosperidade”, priorização de beneficiários de programas sociais em ações de qualificação profissional e o incentivo à abertura de pequenos negócios.
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O documento não indica quais ministérios seriam extintos para cumprir a proposta da redução e tampouco como a pasta anunciada pelo candidato nas televisão seria integrada à estrutura do governo.
