O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) disse que, caso eleito, agentes da Polícia Militar de Minas Gerais não usarão câmeras corporais. Para o candidato, “quem tem que usar câmera mesmo são os fiscais nos estados para a gente monitorar esses fiscais que vêm humilhando o povo mineiro”.
Estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia têm o uso obrigatório das câmeras por leis ou determinações judiciais, mas Minas Gerais ainda não tem a regulamentação obrigatória, mantendo seu uso por apenas parte do efetivo.
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A afirmação foi feita no primeiro debate com os candidatos ao Governo de Minas Gerais, realizado pela Band, na noite de domingo (16/8), que também contou com a participação dos candidatos Alexandre Kalil (PDT), Gabriel Azevedo (MDB), Flávio Roscoe (PL) e Mateus Simões (PSD). Candidato do PT, Patrus Ananias não participou do debate por conflito de agenda.
Na ocasião, o candidato republicano argumentou que “a facção vai acabar em Minas Gerais”, afirmando que ela “vai para o quinto dos infernos, mas não vai [ter] aqui mais”. Segundo ele, quem “vai chorar” serão as mães “desses criminosos, desses vagabundos” e que é necessária maior atuação do governo federal, “lei e Congresso Nacional” no combate às facções, mas garantiu atuação própria caso eleito.
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Cleitinho também aproveitou o palanque para declarar apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela Presidência da República. O senador afirmou que fará campanha para o “filho 01” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante o período eleitoral, mas argumentou que, independentemente de quem vença as eleições presidenciais, pretende manter diálogo com qualquer chefe de Estado eleito, incluindo o atual presidente Lula (PT).
