Zema atribui aumento de patrimônio a empresas e investimentos
Ex-governador diz que evolução dos bens desde 2022 vem de participações empresariais e aplicações financeiras do candidato
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O candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema, atribuiu o aumento de seu patrimônio à participação em empresas "que ajudou a criar" e a "aplicações financeiras". A justificativa foi encaminhada à imprensa pela equipe de campanha do ex-governador, nesta terça-feira (11/8), após ele declarar patrimônio de R$ 178,7 milhões, R$ 48,9 milhões a mais do que o informado na eleição anterior.
Em nota, a equipe do ex-governador também destacou a trajetória empresarial do candidato, que, segundo a equipe, participou da criação de um grupo responsável pela inauguração de mais de 470 lojas. Além de explicar a origem do aumento, a campanha adotou um tom de defesa da transparência patrimonial do candidato.
"Há muitos políticos que escondem o seu patrimônio, já Romeu Zema sempre foi muito transparente com os ganhos e gastos pessoais e profissionais, pois sempre atuou com responsabilidade fiscal", diz o texto.
Patrimônio declarado
A declaração apresentada à Justiça Eleitoral na última quinta-feira (6/8) registra R$ 178.707.610,09 em bens. Em 2022, quando disputou a reeleição ao governo de Minas Gerais, Zema havia declarado R$ 129.795.313,70.
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O valor informado neste ano inclui R$ 94 milhões referentes a uma participação em uma holding familiar, R$ 56,2 milhões aplicados em um fundo de investimentos e R$ 16,8 milhões relacionados a uma participação em uma instituição financeira.
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Na comparação com 2018, quando declarou R$ 69.752.863,96 em sua primeira disputa eleitoral, o patrimônio informado por Zema à Justiça Eleitoral aumentou R$ 108,9 milhões.