O que avaliar antes de contratar IA na empresa: a pergunta que vem antes do fornecedor
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A lista de perguntas que a maioria das empresas faz antes de contratar inteligência artificial começa pelo fornecedor: qual modelo, qual preço, qual integração. Segundo Carlos Guerra Jr., CEO da OmniAI, a pergunta que importa vem antes de todas essas.
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“Empresa madura não pergunta qual IA comprar. Pergunta por onde o dado passa hoje e onde ele para. O diagnóstico de arquitetura responde isso antes de qualquer licença”, afirma.
O diagnóstico de arquitetura procura três coisas: onde o dado nasce, por onde ele precisa passar e onde ele para. As paradas são o achado mais caro: o ticket que fecha sem informar vendas, o contrato que o financeiro só vê no vencimento, a queda de uso que ninguém liga à cobrança. A IA instalada num desses pontos decide errado mais rápido.
“Auditar antes de comprar evita o erro mais caro desta década, que é sofisticar o silo. Se a arquitetura não deixa o dado fluir entre as áreas, a IA só acelera a fragmentação”, diz o executivo.
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No modelo de gestão por IA da OmniAI, um Núcleo de IA Central Personalizado coordena agentes autônomos especializados e o dado circula entre as áreas, o princípio de Möbius. Segundo a empresa, as operações que corrigem a arquitetura antes de automatizar registram 94% de automação, 87% de ganho de velocidade de resposta e retorno de 3,5 vezes. Antes do fornecedor, portanto, a pergunta é: quantas paradas o dado ainda tem?