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Engenharia que transforma BH: a atuação da Guimarães Soluções Construtivas

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Engenharia que transforma BH: a atuação da Guimarães Soluções Construtivas

Toda cidade grande tem lugares que funcionam como retrato dela mesma. Em Belo Horizonte, alguns desses lugares são impossíveis de ignorar. O Mineirão, que reúne multidões e carrega boa parte da memória esportiva mineira. 

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A Cidade Administrativa, que concentra a máquina do governo do estado. A Rodoviária, porta de entrada e saída de milhares de pessoas todo dia. Cada uma dessas estruturas conta um pedaço da história da capital.

O que quase ninguém percebe é o quanto obras assim dependem de cuidado para continuarem de pé. Um estádio, uma sede de governo, um terminal: são estruturas que envelhecem, sofrem com o clima, com o uso intenso, com a passagem do tempo. Mantê-las seguras e funcionando é um trabalho contínuo, técnico e, na maior parte das vezes, invisível para quem passa por ali.

O que sustenta um marco depois que ele fica pronto

A inauguração de uma grande obra costuma ser o momento em que ela aparece. Dali em diante, começa a parte silenciosa: manter aquilo íntegro por décadas. O concreto trinca, a armadura sofre com a umidade, as fachadas se desgastam, as estruturas trabalham sob carga o tempo todo. Nada disso dá aviso prévio. Um marco só volta a virar notícia quando algo dá errado.

Cuidar dessas estruturas exige um tipo de engenharia diferente da que ergue prédios novos. Aqui, o desafio é intervir sem parar a vida ao redor. O estádio continua recebendo jogos, o governo continua funcionando, o terminal continua movimentando gente. A obra de recuperação precisa acontecer no meio de tudo isso, com método e no tempo certo. É um trabalho que não aparece na foto pronta, mas é o que garante que a foto continue existindo.

Uma capital pensada para crescer

Belo Horizonte nasceu diferente da maioria das cidades brasileiras. Foi planejada do zero, no fim do século 19, para ser a nova capital de Minas: ruas em grade, avenidas largas e a ambição de representar um estado moderno.Poucas capitais do país surgiram assim, desenhadas no papel antes de existirem no chão.

O plano original, porém, ficou pequeno depressa. A cidade cresceu muito além do que seus criadores imaginaram, extravasou os limites previstos e se tornou o centro de uma das maiores regiões metropolitanas do Brasil. Vieram a indústria, o comércio, os grandes equipamentos públicos, e com eles a infraestrutura que uma metrópole precisa para funcionar.

Esse crescimento acelerado deixou uma herança física enorme. Estádios, terminais, viadutos, complexos administrativos e um parque industrial fazem parte da rotina de milhões de pessoas todo dia. Tudo isso precisa continuar seguro e em operação muito depois de a última obra ter sido inaugurada. É aí que a história da cidade encontra a engenharia que a mantém viva.

Guimarães SC como parceira de Belo Horizonte

É nesse terreno que empresas como a Guimarães Soluções Construtivas se tornam parceiras da cidade. Uma empresa mineira que atua na manutenção, recuperação e reforço de estruturas de grande porte, ao lado de quem é responsável por mantê-las em operação.

  • Mineirão: tratamento de impermeabilização e renovação do espaço comum da esplanada. 

  • Rodoviária de Belo Horizonte: mapeamento de todas as patologias e execução da recuperação estrutural de todo o terminal. 

  • Cidade Administrativa: pintura e proteção do auditório projetado por Oscar Niemeyer. 

Para o engenheiro Diego Guimarães, diretor da Guimarães SC, contribuir com obras assim carrega um peso que vai além do contrato. "Trabalhar em estruturas que fazem parte da identidade de Belo Horizonte é uma responsabilidade grande. A gente não está cuidando só de um prédio, está cuidando de um patrimônio que é da cidade."

Cuidar do que já existe é cuidar da cidade

Belo Horizonte, como toda capital que cresceu depressa, tem hoje boa parte de sua infraestrutura na maturidade. São estruturas erguidas há décadas, muitas ainda no centro da vida urbana, que chegam a um ponto em que a manutenção deixa de ser detalhe e passa a ser questão de segurança. Ignorar esse momento não faz o problema desaparecer. Só adia a conta, quase sempre para um valor maior.

Diego costuma insistir num ponto que resume bem o valor desse trabalho. "Recuperar uma estrutura antes que ela falhe é engenharia de verdade. Cuidar do que já foi construído é tão importante quanto construir." A lógica é simples e vale para a cidade inteira: prevenir custa uma fração do que custa remediar, e evita o risco de descobrir um problema tarde demais.

Esse cuidado quase nunca ganha holofote. Ninguém repara na fachada que foi recuperada a tempo, na laje que parou de infiltrar, na estrutura reforçada antes de virar risco. Repara-se no que cede. Por isso o trabalho de quem mantém a cidade de pé é, ao mesmo tempo, essencial e discreto.

De Belo Horizonte para o resto do país

Belo Horizonte, como toda capital que cresceu depressa, tem hoje boa parte de sua infraestrutura na maturidade. São estruturas erguidas há décadas, muitas ainda no centro da vida urbana, que chegam a um ponto em que a manutenção deixa de ser detalhe e passa a ser questão de segurança. 

Ignorar esse momento não faz o problema desaparecer. Só adia a conta, quase sempre para um valor maior. Diego costuma insistir num ponto que resume bem o valor desse trabalho. "Recuperar uma estrutura antes que ela falhe é engenharia de verdade. Cuidar do que já foi construído é tão importante quanto construir." A lógica é simples e vale para a cidade inteira: prevenir custa uma fração do que custa remediar, e evita o risco de descobrir um problema tarde demais.

Esse cuidado quase nunca ganha holofote. Ninguém repara na fachada que foi recuperada a tempo, na laje que parou de infiltrar, na estrutura reforçada antes de virar risco. Repara-se no que cede. Por isso o trabalho de quem mantém a cidade de pé é, ao mesmo tempo, essencial e discreto.

A cidade que não para de precisar de engenharia

Belo Horizonte segue crescendo, e suas estruturas seguem envelhecendo junto. Enquanto isso acontece, o trabalho de mantê-las firmes se torna cada vez mais decisivo, ainda que quase ninguém veja. O concreto que sustenta um estádio, um terminal ou uma sede de governo não pede reconhecimento. Pede cuidado constante.

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É esse cuidado que empresas como a Guimarães Soluções Construtivas ajudam a garantir, ao lado de quem é responsável pelos grandes marcos da capital mineira e de todas as outras capitais do Brasil.

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