Daniella Marques e o plano econômico para a candidatura de Flávio
Estrategista de Flávio Bolsonaro traz novas diretrizes para a política fiscal; propostas prometem mudar rumos da simplificação tributária
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Enquanto o Congresso Nacional debate os detalhes finais da reforma tributária e o mercado financeiro acompanha de perto o rumo das contas públicas, as propostas econômicas de Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal, ganharam novo destaque nas últimas semanas. Suas ideias, apresentadas em debates recentes, movimentam as discussões sobre a simplificação de impostos e o futuro dos gastos públicos no Brasil, atraindo a atenção de políticos e investidores.
Sua visibilidade aumentou ainda mais depois que passou a coordenar a área econômica na pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro para as eleições de 2026, o que confere maior peso político às suas sugestões justamente no momento em que o Congresso avança com pautas que buscam redefinir o controle das contas do governo.
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Quem é Daniella Marques?
Daniella Marques é uma profissional com formação em administração e carreira consolidada no mercado financeiro. Antes de presidir a Caixa Econômica Federal, cargo que ocupou entre julho de 2022 e janeiro de 2023 durante o governo Jair Bolsonaro, atuou na Secretaria de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia. Sua experiência combina a visão do setor privado com a atuação em cargos estratégicos no governo federal.
O que propõe o plano econômico?
As diretrizes econômicas associadas a Daniella Marques concentram-se em três pilares principais, alinhados a uma visão liberal: uma reforma tributária focada na simplificação, um controle mais rígido dos gastos públicos e a continuidade de reformas estruturais para destravar o crescimento do país e melhorar o ambiente de negócios.
Principais pontos da proposta
As sugestões de Marques para a economia brasileira podem ser resumidas nos seguintes tópicos:
Simplificação de impostos: defesa da unificação de tributos sobre o consumo, em um modelo similar ao Imposto sobre Valor Agregado (IVA), para reduzir a burocracia para as empresas e aumentar a transparência na arrecadação.
Corte de despesas: previsão de uma revisão ampla dos gastos do governo, com foco em cortar despesas consideradas ineficientes para garantir o equilíbrio fiscal sem a necessidade de aumentar a carga tributária geral.
Reformas estruturais: ênfase na importância de avançar com outras reformas, como a administrativa, para modernizar o Estado e torná-lo mais ágil.
Como as propostas afetam a reforma tributária?
As ideias associadas a Daniella Marques dialogam diretamente com o debate atual da reforma tributária. Enquanto a proposta em tramitação no Congresso foca principalmente na criação do IVA dual (um modelo que unifica tributos federais em uma alíquota e os estaduais/municipais em outra), suas diretrizes adicionam uma ênfase maior no controle simultâneo dos gastos como condição para o sucesso do novo sistema. A visão é que a simplificação tributária precisa ser acompanhada de responsabilidade fiscal para não resultar em aumento da carga sobre a população.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.