Um constrangimento a mais no STJ em meio às investigações contra Marco Buzzi

Buzzi é investigado no STF e no CNJ por suposto assédio sexual contra uma jovem de 18 anos

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O constrangimento no STJ em razão da acusação de assédio contra o ministro Marco Buzzi por uma jovem de 18 anos não se limita às investigações contra o magistrado no STF e no CNJ.

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Outro fator apontado por integrantes da Corte como ponto de desgaste, mesmo sem haver ainda uma condenação de Buzzi, é o fato de o Brasil e o seu Judiciário seguirem os Princípios de Bangalore de Conduta Judicial.

Trata-se de um conjunto global de boas práticas, padrões éticos e imparcialidade para magistrados, editado em 2002 pelo Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC).

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Alegando motivos de saúde, Buzzi se licenciou do STJ na quinta-feira, 5, após passar a ser investigado em razão das alegações da jovem. Ela relatou ter sido alvo de assédio do ministro em meio a um banho de mar em Balneário Camboriú (SC), em janeiro. Os pais dela eram amigos de Buzzi e estavam hospedados na casa de praia do ministro na cidade catarinense.

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