Os capítulos esquecidos do caso Richthofen que você não se lembra
A morte do tio de Suzane é apenas mais um capítulo; relembre outros fatos e personagens secundários que foram cruciais na trama do crime
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A recente morte de Miguel Abdalla Neto, tio de Suzane von Richthofen, trouxe de volta ao debate público um dos crimes de maior repercussão no Brasil. O corpo de Miguel foi encontrado em sua casa em São Paulo, e o caso é investigado pela Polícia Civil. Este evento adiciona mais uma camada a uma história complexa, que, mais de duas décadas depois, ainda possui personagens e fatos secundários que foram determinantes para o desfecho do crime que chocou o país em 2002.
Leia: Tio de Suzane von Richthofen é encontrado morto em casa
Muitos se lembram apenas de Suzane e dos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, condenados pelo assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen. Contudo, a trama vai muito além do trio. Personagens que permaneceram à margem dos holofotes tiveram papéis cruciais, e alguns acontecimentos paralelos acabaram esquecidos pelo grande público com o passar do tempo.
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Peças-chave no quebra-cabeça
O próprio Miguel Abdalla Neto, recém-falecido, foi uma figura central no pós-crime. Como irmão de Marísia e médico, ele se tornou tutor de Andreas, o irmão mais novo de Suzane, e travou uma longa batalha judicial para impedir que a sobrinha tivesse acesso à herança dos pais. Sua luta foi fundamental na ação judicial que excluiu Suzane da partilha de bens da família.
Outra figura cujo destino é pouco lembrado é Andreas von Richthofen. Após o crime, ele passou a viver longe dos holofotes. A herança, que por direito seria dele e de Suzane, tornou-se o centro de uma disputa judicial que se arrastou por anos, e Andreas foi nomeado inventariante após a condenação da irmã.
Do lado dos executores, enquanto Daniel Cravinhos sempre atraiu mais atenção, seu irmão Cristian teve um percurso igualmente conturbado no cumprimento da pena. Com progressões de regime e retornos à prisão, seu caminho demonstrou que os desdobramentos do caso não se encerraram com a condenação inicial.
A própria disputa pelo patrimônio da família é um capítulo à parte. Além da casa onde ocorreu o crime, a herança incluía outros imóveis, carros e valores em contas bancárias. A decisão judicial que excluiu Suzane da partilha de bens foi um marco legal, baseada no fato de que ela planejou e participou da morte dos próprios pais para se beneficiar financeiramente.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.