Mercado de trabalho amplia demanda por novas habilidades
Para LAQI, transformação das habilidades reforça a necessidade de manter empresas e profissionais em processo permanente de aprendizagem e atualização
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A demanda por habilidades está mudando conforme as transformações digitais, ambientais e demográficas alteram o mercado de trabalho. Segundo o relatório “Lifelong Learning and Skills for the Future” — Aprendizagem ao longo da vida e habilidades para o futuro, em português — da Organização Internacional do Trabalho (OIT), 32% dos trabalhadores já desempenham tarefas relacionadas ao meio ambiente. O levantamento também aponta uma procura crescente por profissionais com diferentes competências.
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Anúncios de emprego analisados pela OIT mostram que empregadores buscam combinações como habilidades digitais e trabalho em equipe, além de competências cognitivas associadas a tarefas sustentáveis e conhecimento prático. O relatório identifica, ainda, uma demanda significativa por habilidades digitais, técnicas e relacionadas à sustentabilidade, em um cenário de mudanças nos processos produtivos.
O acesso à formação, porém, permanece desigual. Trabalhadores pouco qualificados, informais e empregados em pequenas empresas têm menos acesso a oportunidades que resultem em competências e qualificações reconhecidas.
Essa transformação também coloca conhecimento e formação no centro das decisões empresariais. Para Daniel Maximilian Da Costa, fundador e principal executivo do Latin American Quality Institute (LAQI), os meios sérios de informação, como a Quality Magazine, contribuem para a formação do mundo empresarial ao aproximar empresas, profissionais e conteúdos sobre mudanças que afetam a gestão e os negócios.
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“A formação profissional não pode ser vista como uma etapa que termina com a entrada no mercado de trabalho. As empresas precisam acompanhar a evolução das habilidades, estimular o aprendizado contínuo e criar ambientes em que as pessoas possam desenvolver novas competências. Esse movimento é importante não apenas para os trabalhadores, mas também para organizações que precisam se adaptar às transformações do mercado e construir relações mais preparadas para o futuro”, finaliza.