Veloc Locações fortalece obras no Litoral Norte de Alagoas
Projetos públicos e privados aceleram mercado imobiliário e aumentam demanda por infraestrutura na região
compartilhe
SIGA
O litoral norte de Alagoas vive uma das fases mais dinâmicas de sua história recente. Municípios como Maragogi, São Miguel dos Milagres, Japaratinga e Porto de Pedras, reconhecidos internacionalmente pela beleza natural, tornaram-se destino de investimentos de grande porte em infraestrutura, turismo e imóveis residenciais. Esse movimento tem ampliado a demanda por serviços especializados e fortalecido a cadeia da construção civil, além de atrair novos negócios para a região.
Entre os projetos em andamento, destacam-se o Aeroporto Costa dos Corais, em Maragogi, com investimento de R$ 400 milhões e conclusão prevista para 2026; a duplicação da rodovia AL-101 Norte, que conecta Maceió ao litoral; mais de R$ 240 milhões investidos em obras de saneamento básico em municípios como São Miguel dos Milagres e Porto de Pedras; e empreendimentos imobiliários de grande escala, como o projeto da Neymar Sports, que prevê R$ 7,5 bilhões em 28 novos empreendimentos ao longo da costa.
Esse cenário se soma a tendências já identificadas por entidades especializadas. O Sebrae aponta que o setor da construção civil em Alagoas cresceu 58,1% nos últimos cinco anos, impulsionado pela intensificação de obras residenciais e comerciais. Já a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) indica que o lançamento de imóveis na região Nordeste cresceu 88% entre 2020 e 2024, favorecido pelo custo mais acessível dos terrenos e pela forte presença do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV).
Para Erick Souza, gerente geral da Veloc, o momento é excepcional. “Não me lembro de ter visto tanta obra acontecendo simultaneamente na região. Temos grandes empreendimentos imobiliários avançando, hotéis sendo construídos, obras de infraestrutura pública e ainda o aeroporto de Maragogi, que por si só já é um catalisador enorme para toda a economia local”, avalia.
“Quando um aeroporto chega a uma região turística, o mercado imobiliário acelera antes mesmo de a obra terminar. É o que está acontecendo ali. Para quem atua no setor de construção civil, esse é um momento raro de alta demanda em praticamente todas as frentes”, acrescenta.
Segundo Souza, quatro fatores têm impulsionado o crescimento das construções na região. “Primeiro, o reconhecimento internacional do litoral norte: Maragogi, São Miguel dos Milagres e a Costa dos Corais já estão no mapa do turismo global, o que atrai investidores nacionais e estrangeiros. Segundo, os investimentos públicos em infraestrutura que criam condições para novos empreendimentos e valorizam os imóveis já existentes.”
“Terceiro, a demanda por segunda residência e imóveis para aluguel por temporada, que cresceu muito após a pandemia e segue aquecida. E quarto, os grandes projetos privados, como os empreendimentos de R$ 7,5 bilhões anunciados para a região, que trazem consigo uma cadeia produtiva enorme”, explica.
O crescimento acelerado, no entanto, também pode gerar entraves. “O principal desafio é logístico. O litoral norte não é um grande centro urbano — é uma região de cidades menores, às vezes com acesso limitado, onde não existem todos os fornecedores e serviços que uma obra de médio ou grande porte precisa. Isso eleva o custo e o prazo das obras”.
Para Erick Souza, um dos grandes diferenciais da Veloc no Litoral Norte de Alagoas é contar com uma loja física na região. Isso proporciona uma logística mais ágil e eficiente, suporte técnico presencial sempre que necessário nas obras e equipamentos à pronta entrega, fatores que aumentam a produtividade, reduzem imprevistos e ajudam a evitar atrasos nas construções.
“Outro desafio é a mão de obra especializada, já que a demanda cresceu mais rápido do que a formação de profissionais qualificados na região. E há ainda o desafio do custo financeiro: com a taxa Selic elevada, o crédito para obras ficou mais caro, o que pressiona as margens e obriga os gestores a buscarem eficiência em todas as etapas”, completa Erick Souza.
Nesse contexto, a locação de equipamentos tem se mostrado uma alternativa estratégica. “Em uma região que está crescendo rapidamente, muitas obras têm prazo determinado. Nesses casos, comprar um equipamento para usar por quatro ou seis meses não faz nenhum sentido financeiro. A locação resolve o problema com muito mais agilidade e eficiência: o construtor tem acesso ao equipamento que precisa, no momento que precisa, sem imobilizar capital. E ainda tem a garantia de que o equipamento está em boas condições”, destaca.
De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Locação de Equipamentos Construtivos (ALEC), o setor de locação deve faturar R$ 52,9 bilhões em 2026, com crescimento de 7% em relação ao ano anterior. Já a Veloc tem acompanhado de perto esse movimento.
Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia
“Acompanhamos de perto o calendário de obras da região, mantemos relacionamento com as principais construtoras e empreiteiros locais e ajustamos nosso portfólio de equipamentos conforme a demanda evolui. O crescimento do litoral norte não é uma onda passageira, e sim uma transformação estrutural que vai continuar por anos. A Veloc pretende seguir como parte ativa desse processo”, conclui.
Para saber mais, basta acessar: https://veloclocacoes.com.br/
Website: https://veloclocacoes.com.br/