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Saúde capilar integra ciência, diagnóstico e tratamento

Avanços da tricologia e da dermatologia ampliam a compreensão sobre alopecias, orientam o diagnóstico precoce e definem estratégias clínicas e cirúrgicas para a queda de cabelo. Especialistas orientam sobre cuidados e opções de tratamento

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A tricologia é o campo dedicado ao estudo científico dos cabelos e do couro cabeludo. As alopecias — como a androgenética, a areata, o eflúvio telógeno e as formas cicatriciais — figuram entre os principais focos de pesquisa da área, ao lado dos avanços relacionados à regeneração folicular e ao transplante capilar, de acordo com a Academia Brasileira de Tricologia (ABT).

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A dermatologia, por sua vez, é a área médica responsável pelo diagnóstico e tratamento de condições que afetam os cabelos e o couro cabeludo, conforme definição da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), que aponta a importância de práticas adequadas de higiene para a manutenção da saúde capilar.

Dra. Karen Souto Fogaça, médica com pós graduação em tricologia, destaca que o tipo mais frequente de calvície é a alopecia androgenética, que afeta homens e mulheres, embora de maneiras diferentes. 

“Nos homens, costuma haver recessão frontal e rarefação no vértex — região superior e posterior da cabeça, nas mulheres, afinamento difuso no topo da cabeça, geralmente com preservação da linha frontal. Também são comuns o eflúvio telógeno, a alopecia areata e algumas formas de alopecias cicatriciais, que exigem diagnóstico precoce”, pontua a médica.

A alopecia androgenética, popularmente conhecida como calvície, é um tipo de queda capilar de origem genética associada à ação hormonal. O processo costuma ter início ainda na adolescência, quando os hormônios passam a influenciar o ciclo de crescimento dos fios, levando a um afinamento progressivo a cada renovação capilar. Apesar de se desenvolver de forma gradual ao longo dos anos, a condição tende a se tornar mais perceptível a partir dos 40 e 50 anos.

“A queda se torna um sinal de alerta quando é intensa, súbita, persistente ou acompanhada de falhas visíveis, dor, coceira, descamação ou vermelhidão no couro cabeludo. Também merece atenção quando ocorre após doenças, cirurgias, parto, perda de peso acentuada ou uso de medicações, pois pode indicar alterações metabólicas ou inflamatórias”, orienta a Dra. Karen Souto Fogaça.

Diagnóstico e tratamento

Dr. Fabiano Fogaça, médico pós graduado em transplante capilar, explica que a saúde capilar vai muito além da aparência e envolve fatores hormonais, nutricionais, inflamatórios, genéticos e emocionais. “Muitas vezes, alterações capilares são reflexo de desequilíbrios sistêmicos que precisam ser investigados. Avaliamos o funcionamento do couro cabeludo, a integridade dos folículos, a densidade e o ciclo de crescimento dos fios”.

Segundo a Dra. Karen Souto Fogaça, o diagnóstico inclui uma avaliação clínica detalhada, exame do couro cabeludo, tricoscopia, histórico familiar e, quando necessário, exames laboratoriais ou biópsia. 

“O acompanhamento médico é essencial porque muitas condições evoluem com o tempo e exigem ajustes no tratamento. Além disso, o uso inadequado de produtos ou medicamentos pode mascarar, ou até agravar o quadro”.

De acordo com o Dr. Fabiano Fogaça, os tratamentos capilares com maior comprovação científica para queda de cabelo e calvície atualmente, especialmente para alopecia androgenética, são com uso de minoxidil, finasterida ou dutasterida (quando indicadas), além de terapias adjuvantes como microagulhamento, laser de baixa intensidade e infiltrações medicamentosas. “A escolha depende do diagnóstico, do sexo, da idade e das características individuais do paciente”.

Os tratamentos clínicos são suficientes quando ainda há folículos viáveis e o objetivo é estabilizar a queda e melhorar a densidade capilar. Já o transplante capilar é indicado quando existe perda definitiva dos fios, com áreas onde o folículo não responde mais ao tratamento clínico. “Mesmo nesses casos, o tratamento clínico continua sendo fundamental para preservar os cabelos nativos”, alerta a médica.

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O Dr. Fabiano Fogaça reforça que a saúde capilar exige diagnóstico correto, acompanhamento contínuo e expectativas realistas. “Quanto mais precoce for a avaliação médica, maiores são as chances de controlar a queda e preservar os fios a longo prazo”, conclui.

Para mais informações, basta acessar o site da Clínica Rinnovar, sob liderança do Dr. Fabiano Fogaça e Dra. Karen Souto Fogaça: https://rinnovarclinica.com.br/



Website: https://rinnovarclinica.com.br/

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