Valuation antecipado fortalece empresas antes da venda
Em um mercado de M&A que deve ultrapassar US$ 4,9 trilhões em transações globais em 2025, segundo a Bain & Company, Lucas Mendes destaca que o valuation gera mais valor quando realizado antes da decisão de vender. No Brasil, o volume de operações deve crescer 8% e alcançar US$ 51 bilhões, a antecipação do valuation tem se mostrado estratégica para empresas que buscam melhorar governança, reduzir riscos e aumentar o poder de negociação.
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O mercado global de fusões e aquisições vive um momento de forte retomada. De acordo com o Relatório Anual de M&A 2025 da Bain & Company, o valor total das transações deve ultrapassar US$ 4,9 trilhões neste ano, crescimento superior a 40% em relação a 2024, podendo se tornar o segundo maior volume já registrado na história do setor.
No Brasil, o movimento ocorre de forma mais moderada, mas consistente. O relatório aponta crescimento de 8% no valor das operações, com aproximadamente US$ 51 bilhões em transações ao longo de 2025. Um dos mercados em crescimento é o setor de Energia e Renováveis, responsável por 53% do valor total dos negócios no ano, acima dos 43% registrados em 2024.
Nesse cenário, Lucas Mendes reforça que empresas que entram em processos de M&A sem preparação prévia tendem a perder poder de decisão. Para a Helping Hand, consultoria especializada em M&A, valuation e preparação para venda de empresas, o valuation gera mais valor quando é utilizado como ferramenta estratégica antes da decisão de vender, e não apenas como resposta a uma negociação em andamento.
Para Lucas Mendes, CEO da Helping Hand, “o valuation não serve apenas para definir preço, mas para orientar decisões estratégicas quando ainda há tempo de construir valor real para o mercado”.
Quando realizado com antecedência, o valuation funciona como um diagnóstico completo do negócio, permitindo ajustes em governança, estrutura de capital, eficiência operacional e redução da dependência do fundador. Já quando é feito apenas após a decisão de venda, torna-se um instrumento reativo, com margens limitadas para correção e maior exposição aos riscos percebidos pelo investidor, segundo Lucas Mendes.
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Com atuação focada na construção de empresas mais previsíveis, estruturadas e alinhadas às expectativas do mercado comprador, a Helping Hand trabalha o valuation como parte de um processo contínuo de geração de valor.
Website: http://www.helpinghand.com.br