Mundo Corporativo

Nootrópicos podem ajudar na produtividade e bem-estar

Procura de profissionais por suplementos para foco, clareza e redução da fadiga impulsiona mercado global, projetado para superar US$ 40 bilhões até 2033. Thais Figueredo, farmacêutica da Quantum Nutrition, diferencia necessidades de quem atua diferentes segmentos

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Nootrópicos são substâncias naturais ou sintéticas usadas para auxiliar funções cerebrais como memória, atenção e aprendizagem. Segundo artigo publicado na National Library of Medicine, seu uso é mais comum no apoio a pessoas com dificuldades cognitivas ou doenças neurológicas, mas também tem crescido entre indivíduos saudáveis interessados em melhorar o desempenho mental.

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De acordo com relatório da Business Research Insights, mudanças no mercado de trabalho durante a pandemia — como jornadas mais intensas e a expansão do trabalho remoto — reforçaram a demanda por nootrópicos, ao associar seu consumo especialmente à manutenção da produtividade, do foco e do desempenho cognitivo. O mercado global do setor deve ultrapassar US$ 40 bilhões até 2033, com taxa média de crescimento anual superior a 12%.

Thais Figueredo, farmacêutica técnica responsável da indústria de suplementos Quantum Nutrition, destaca que a expansão dos nichos de tecnologia e a consolidação dos modelos de trabalho remoto e híbrido elevaram de forma significativa as exigências cognitivas dos profissionais.

“Hoje, a produtividade depende diretamente da capacidade de manter foco contínuo, tomada de decisão rápida e clareza mental, e esse novo ritmo tem levado muitos a buscar nos nootrópicos uma forma de sustentar o desempenho e reduzir a fadiga mental decorrente das longas jornadas digitais”, aponta a profissional.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, em 2022, 7,4 milhões de pessoas estavam em teletrabalho no país. Entre esses profissionais, quase 70% possuíam nível superior, com maior proporção nos grupos de ciências e intelectuais — como engenheiros, advogados, economistas, professores e profissionais de tecnologia da informação (TI).

“Esse cenário leva a quedas de atenção, estresse cognitivo, fadiga mental e dificuldade de manter constância no desempenho. A suplementação cognitiva cresce justamente porque pode oferecer suporte a esses desafios e tem potencial de melhorar o foco”, avalia a farmacêutica.

Segundo Figueredo, os nootrópicos, como L-teanina, L-triptofano, Inositol, Taurina, podem ajudar a modular o estresse e promover uma sensação de calma produtiva. Já componentes como colina, L-tirosina, fosfatidilserina e vitaminas do complexo B podem favorecer clareza mental, foco prolongado e estabilidade cognitiva ao longo do dia.

Sono, bem-estar e performance

De acordo com a farmacêutica, a mudança do ambiente físico do escritório para o home office impactou diretamente o ciclo de sono. Segundo ela, a exposição prolongada a telas, horários instáveis e acúmulo de tarefas comprometem a qualidade do descanso, que é essencial para memória, foco, cognição e produtividade.

“Nutrientes como magnésio, L-teanina, L-triptofano e melatonina podem auxiliar na regulação do sono e na recuperação cerebral, e seu uso adequado pode contribuir para um descanso mais profundo, refletindo em melhor cognição, humor e desempenho ao longo do dia”, orienta Figueredo.

Para a especialista, a busca por nootrópicos reflete uma combinação entre desempenho profissional e bem-estar, buscando melhora na forma de trabalhar. 

“As formulações modernas equilibram compostos voltados à performance, como colina e extrato de café verde, com ativos que promovem calma, antioxidantes e nutrientes neuroprotetores”, afirma a farmacêutica.

O uso de nootrópicos deve seguir princípios éticos, científicos e de segurança, com o objetivo de oferecer suporte fisiológico ao cérebro, e não criar atalhos artificiais de performance. 

“A transparência na formulação, a orientação técnica e o respeito à integridade do consumidor fazem parte da responsabilidade profissional e da postura ética no setor. Os nootrópicos não substituem hábitos saudáveis, como sono adequado, alimentação equilibrada e manejo do estresse. Quando utilizados de forma responsável e com orientação profissional, podem integrar, de maneira segura, uma abordagem mais ampla de cuidado com a saúde cerebral”, reforça.

Nootrópicos não são medicamentos e não complementam tratamentos de saúde física ou mental. O uso de qualquer tipo de suplementação deve ser acompanhado por um profissional da área da saúde.

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Para mais informações, basta acessar: quantumnutrition.com.br/

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