Internacional

Brasil prepara defesa contra jogo aéreo de Haaland e cia, diz Matheus Cunha

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O Brasil dedicou "boa parte" de seus treinos a preparar sua defesa contra o jogo aérea da Noruega de Erling Haaland, adversária nas oitavas de final da Copa do Mundo, disse o atacante Matheus Cunha nesta sexta-feira (3).

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O letal centroavante do Manchester City marcou cinco gols neste Mundial, apenas um a menos que os artilheiros do torneio, Lionel Messi e Kylian Mbappé, que disputaram um jogo a mais.

A marcação de Haaland e de seus companheiros, vários dos quais são mais altos que os brasileiros, representa um dos principais desafios para a Seleção no jogo do próximo domingo, em East Rutherford, Nova Jersey.

"A gente que tem essa responsabilidade de ser um pouquinho mais alto que a maioria, a gente está sempre entre os nomes que vai estar marcando", disse o atacante brasileiro, jogador do Manchester United.

Cunha tem 1,83 m e é um dos titulares mais altos do Brasil, ao lado do atacante Rayan (1,91 m) e dos defensores Danilo (1,84 m), Marquinhos (1,83 m) e Gabriel Magalhães (1,90 m).

Haaland tem 1,95 m de altura, um centímetro a menos que um de seus companheiros de ataque, Alexander Sorloth. O zagueiro Kristoffer Ajer, também titular, mede 1,98 m.

"A gente dedicou, sim, boa parte boa parte do treino para estar podendo organizar a defesa, sabendo que eles têm uma arma muito forte, principalmente nas bolas paradas", afirmou Cunha.

O brasileiro de 27 anos disse que já levou a melhor sobre Haaland em vários confrontos, tanto no clássico de Manchester quanto na época em que ambos jogavam no futebol alemão.

Mas Cunha também tem experiência enfrentando outros jogadores noruegueses perigosos, como o meia Martin Odegaard, capitão do Arsenal.

"Acredito que a gente tem que estar focado não só nele [Haaland], mas em muitos jogadores da seleção norueguesa, que tem uma arma muito forte", observou.

Matheus Cunha também negou o favoritismo da Seleção Brasileira, que nunca venceu a Noruega (duas derrotas e dois empates).

"É difícil ver que o favoritismo jogue, mas eu vejo de uma forma que nos ajuda, sabe? A confiança em si mesmo depois de fazer gols, a confiança que seus companheiros demonstram. Eu acho que acaba virando uma bola de neve muito positiva", concluiu.

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raa/mcd/cb/am

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