Internacional

Endrick destaca sua versatilidade como possível arma contra Noruega

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O atacante Endrick destacou, nesta quinta-feira (2), sua versatilidade como uma possível arma para o Brasil enfrentar a Noruega, caso o técnico Carlo Ancelotti o coloque em campo no jogo de oitavas de final da Copa do Mundo.

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O jogador do Real Madrid é uma das opções para substituir Lucas Paquetá, titular no meio-campo ao lado de Casemiro e Bruno Guimarães, no duelo que será disputado no domingo, em East Rutherford, Nova Jersey.

Sua presença no time titular implicaria uma mudança no esquema tático da Seleção com três meio-campistas utilizado até agora, mas Ancelotti disse que poderia mudar o desenho do time se precisar de força na área adversária.

"No Lyon, eu pude ajudar muito a equipe jogando de 9 também. Pude jogar de aberto na direita, pude fazer um falso 9 ali também", disse Endrick sobre a funções que cumpriu no clube francês, que defendeu por empréstimo no primeiro semestre deste ano antes de retornar ao Real Madrid.

"E o Mister sabe muito bem as minhas qualidades, as minhas características, porque a gente passou um ano no Real e foi um ano onde eu sempre estava treinando, sempre estava me olhando, ele me via, ele sabia o que eu podia ajudar", acrescentou o jogador em entrevista coletiva em Nova Jersey.

Endrick substituiu Lucas Paquetá após o intervalo na vitória de virada sobre o Japão por 2 a 1, na última segunda-feira, pela fase de 16-avos de final.

O Brasil jogou então com quatro atacantes e dois meio-campistas. Essa escalação pode ser repetida contra a Noruega de Erling Haaland, desde que o treinador italiano opte por uma formação mais ofensiva, ao invés de substituir Paquetá por outro meio-campista.

"Ele [Ancelotti] não tem medo, ele faz o que ele pensa e as coisas acontecem. Parece que Deus olha para ele, e ele é iluminado, porque tudo que o Carlo faz, acontece, sabe? Acho que todos os jogadores aqui estão seguindo o plano do Mister, então acho que é seguir assim", afirmou Endrick. Endrick.

"Quando o Mister falar para eu fazer alguma coisa, eu vou fazer. Não vou olhar para trás, só vou escutar a voz dele e fazer o que ele me pedir", acrescentou.

Sobre o jogo contra a Noruega, que nunca perdeu para o Brasil (duas vitórias e dois empates), o atacante de 19 anos ressaltou que não há margem para erros.

"Se acontecer de sair atrás, é manter a calma, a tranquilidade e buscar sempre a vitória porque agora é mata-mata, a gente tem que matar. É matar ou matar", concluiu.

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raa/mcd/cb

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