Países Baixos investigam para confirmar se vestígios encontrados pertencem a D'Artagnan
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Novas análises serão necessárias para determinar se vestígios de ossos encontrados em Maastricht, nos Países Baixos, pertencem ao célebre mosqueteiro D’Artagnan, morto há mais de 350 anos, informaram nesta quinta-feira (2) autoridades locais.
A descoberta do esqueleto, enterrado sob uma igreja moderna, cujas origens remontam pelo menos ao século XIII, despertou enorme interesse midiático em março.
Após meses de especulações e reportagens que denunciaram investigações mal conduzidas, a Prefeitura de Maastricht afirmou que a descoberta dos resíduos e os resultados das primeiras análises trazem "tanto indícios quanto novas questões".
"As características do esqueleto coincidem com o que se conhece historicamente sobre D’Artagnan, mas não são suficientemente precisas para permitir uma identificação definitiva", acrescentaram as autoridades.
Charles de Batz de Castelmore, conhecido como D’Artagnan, célebre mosqueteiro dos reis Luís XIII e Luís XIV, natural de Lupiac (Gers), dedicou sua vida ao serviço da Coroa da França.
Durante o cerco de Maastricht, em 1673, o mosqueteiro morreu, provavelmente atingido por uma bala de mosquete. Desde então, o lugar onde repousam seus restos permanece envolto em mistério.
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