Internacional

Sindicatos continuarão considerando o Estreito de Ormuz como zona de guerra

Publicidade
Carregando...

Os sindicatos e os empregadores do setor marítimo continuarão a considerar o Estreito de Ormuz como zona de guerra, classificação que mantém o pagamento de salário em dobro para os marinheiros que aceitarem navegar por essa área, segundo um comunicado conjunto divulgado nesta quarta-feira (1º). 

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O ESTADO DE MINAS NO Google Discover Icon Google Discover SIGA O EM NO Google Discover Icon Google Discover

Os marinheiros incluídos no acordo coletivo e que trabalhem em navios que operem nessas zonas têm o direito de se recusar a navegar por elas e de solicitar sua repatriação às custas do armador. 

"Esta decisão reconhece o risco persistente e significativo para a vida humana, bem como a rápida evolução da situação na região", afirma o comunicado da Federação Internacional dos Trabalhadores do Transporte (ITF, na sigla em inglês) e do Joint Negotiating Group (JNG), que representa os empregadores da indústria do transporte marítimo. 

A decisão se mantém apesar de uma frágil trégua entre Estados Unidos e Irã, durante a qual, no entanto, dois navios foram atacados. 

Esse status, vigente pelo menos até 9 de julho, aplica-se apenas aos navios pertencentes a empresas signatárias dos acordos coletivos do International Bargaining Forum (IBF), que representam cerca de 15.000 embarcações em todo o mundo, segundo o IBF. 

O Estreito de Ormuz foi classificado pela primeira vez como zona de operações de guerra pelo IBF em 5 de março, quatro dias após o primeiro ataque contra navios que tentavam atravessá-lo. 

Os navios mercantes foram gravemente afetados pelo conflito no Oriente Médio desde 1º de março, quando o Irã fechou essa passagem estratégica em represália a ataques americanos e israelenses. 

Pelo menos 14 marinheiros morreram e mais de 40 navios foram atacados desde o início do conflito. 

Os ataques mais recentes ocorreram em 25 e 27 de junho, o que levou a Organização Marítima Internacional (OMI) a suspender um plano, de curta duração, destinado a evacuar os 11.000 marinheiros presos no Golfo.

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

lmc-ang/abx/mab/pc/jc/fp

Tópicos relacionados:

conflito guerra servicos transporte

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay