Internacional

Serviço Secreto dos EUA mata homem que abriu fogo perto da Casa Branca

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Um homem que abriu fogo no sábado (23) em frente à Casa Branca foi morto por agentes do Serviço Secreto, informaram as autoridades americanas. 

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O presidente, Donald Trump, estava na Casa Branca no momento do incidente, mas não foi afetado, afirmou o diretor de comunicação do Serviço Secreto, Anthony Guglielmi, em um comunicado. 

Trump, de 79 anos, já foi alvo de três supostas tentativas de assassinato. 

No sábado, pouco depois das 18h00 (19h00 no horário de Brasília), um homem próximo ao perímetro de segurança da Casa Branca "sacou uma arma de sua bolsa e começou a atirar". 

"Agentes do Serviço Secreto revidaram e feriram o suspeito, que foi levado para um hospital local, onde foi declarado morto", disse Guglielmi.

Um pedestre ficou ferido durante a troca de tiros, acrescentou o Serviço Secreto, sem fornecer detalhes sobre seu estado de saúde. Nenhum agente do Serviço Secreto ficou ferido.

"Agradeço aos nossos formidáveis agentes do Serviço Secreto e da lei pela intervenção rápida e profissional esta noite contra um homem armado perto da Casa Branca, que tinha um histórico de violência e parecia obcecado com o edifício mais precioso da nossa nação", escreveu Trump em sua conta na rede social Truth Social, horas depois. 

Vários veículos de imprensa dos EUA identificaram o suspeito como Nasire Best, de 21 anos. 

Segundo relatos, o homem, originário de Maryland, perto de Washington, tinha histórico de transtorno mental e já era conhecido do Serviço Secreto por ter rondado a Casa Branca em diversas ocasiões. 

A polícia e as forças de segurança isolaram a área, enquanto tropas da Guarda Nacional impediram um repórter da AFP de entrar na região no centro de Washington. 

"Provavelmente ouvimos de 20 a 25 sons que pareciam fogos de artifício, mas eram tiros, e então todos começaram a correr", disse o turista canadense Reid Adrian à AFP.

Repórteres que estavam no gramado norte da Casa Branca naquele momento disseram que receberam ordens para correr e se refugiar na sala de imprensa.

A correspondente da ABC News, Selina Wang, gravava um vídeo para as redes sociais quando os disparos começaram e captou o som ao se jogar no chão.

"Parecia que eram dezenas de tiros", disse na rede X.

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acb/jgc/cr/mvl/vel/jvb/aa

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