Internacional

Ministro das Finanças de Israel afirma que procurador do TPI pediu ordem de prisão contra ele

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O ministro das Finanças de extrema direita de Israel, Bezalel Smotrich, afirmou nesta terça-feira (19) que o procurador do Tribunal Penal Internacional (TPI) solicitou uma ordem de prisão contra ele e acusou a Autoridade Palestina de impulsionar a medida.

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"Ontem à noite, fui informado de que o procurador penal do tribunal antissemita de Haia apresentou uma solicitação de ordem internacional de prisão contra mim", declarou Smotrich durante uma entrevista coletiva transmitida em sua conta no X.

"Como Estado soberano e independente, não aceitamos imposições hipócritas de organismos parciais que, repetidamente, se posicionam contra o Estado de Israel", acrescentou Smotrich, do partido Sionismo Religioso, sem revelar as acusações que fundamentariam sua prisão.

O procurador do TPI declarou que seu gabinete "não pode comentar especulações da imprensa nem perguntas relacionadas a qualquer suposta solicitação de ordem de prisão".

O tribunal de Haia emitiu, em novembro de 2024, ordens de prisão contra o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o ex-ministro da Defesa, Yoav Gallant, por acusações de crimes de guerra e crimes contra a humanidade pela atuação do país durante a guerra contra o Hamas em Gaza.

Smotrich acusou a Autoridade Palestina de impulsionar o procedimento e classificou as medidas contra ele, Netanyahu e Gallant como "uma declaração de guerra".

O ministro das Finanças ameaçou retaliar contra uma comunidade palestina beduína em Khan al-Ahmar, a leste de Jerusalém, na Cisjordânia ocupada.

A ONG israelense Paz Agora denunciou essas declarações e afirmou que o ministro busca se vingar de Haia e da comunidade internacional às "custas das comunidades mais vulneráveis".

Smotrich, que vive em um assentamento, é um firme defensor da anexação da Cisjordânia por Israel.

Lior Amihai, diretor executivo da Paz Agora, declarou à AFP que, durante o governo atual, o projeto E1 foi aprovado pela primeira vez com o objetivo de facilitar a expansão de colônias na região próxima a Jerusalém.

"Eles vão avançar com planos para anexar toda a região", denunciou.

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