Internacional

Cuba reivindica direito 'legítimo' de responder a uma agressão dos EUA

Publicidade
Carregando...

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou nesta segunda-feira (18) o direito "legítimo" de seu país de responder a um possível ataque dos Estados Unidos, em meio ao aumento das tensões entre Havana e Washington. 

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O ESTADO DE MINAS NO Google Discover Icon Google Discover SIGA O EM NO Google Discover Icon Google Discover

O veículo de notícias americano Axios afirmou no domingo, citando informações confidenciais, que Cuba adquiriu mais de 300 drones militares e avalia possíveis cenários de uso perto da base americana na Baía de Guantánamo, no leste da ilha.

"Cuba, que já sofre agressão multidimensional dos Estados Unidos, tem o direito absoluto e legítimo de se defender contra uma ofensiva bélica, o que não pode ser usado lógica ou honestamente como desculpa para impor uma guerra contra o nobre povo cubano", escreveu Díaz-Canel no X.

Segundo o Axios, a informação gerou preocupação em Washington, onde autoridades alertam para uma "ameaça crescente" devido à proximidade dessas capacidades. 

Enquanto isso, o governo cubano acusa Washington de preparar o terreno político para uma intervenção militar contra a ilha, que, se concretizada, "provocará um banho de sangue com consequências incalculáveis", denunciou Díaz-Canel. 

O presidente cubano reiterou ainda que seu país "não representa uma ameaça, nem tem planos ou intenções agressivas" contra outras nações.

O presidente dos EUA, Donald Trump, considera a ilha comunista, localizada a 150 quilômetros da costa da Flórida, uma "ameaça excepcional" à segurança nacional dos Estados Unidos e ameaçou repetidamente "tomar o controle" de Cuba, chegando a sugerir o envio de um porta-aviões. 

Ao embargo imposto a Cuba desde 1962, Washington adicionou, em janeiro, um bloqueio petrolífero que restringe o fornecimento de petróleo à ilha e permitiu apenas a chegada de um petroleiro russo com aproximadamente 100 mil toneladas de petróleo no final de março. 

No início de maio, Trump aprovou um novo pacote de sanções contra a ilha. 

Nesse contexto, o diretor da CIA, John Ratcliffe, viajou a Havana na quinta-feira para uma reunião excepcional com autoridades cubanas de alto escalão, em um dos períodos mais tensos das relações bilaterais entre os dois países.

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

lis-jb/nn/aa/fp

Tópicos relacionados:

cuba diplomacia eua politica

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay