Boeing confirma compromisso da China para comprar 200 aviões
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A gigante aeronáutica Boeing confirmou nesta sexta-feira (15) que a China se comprometeu a adquirir 200 aviões, como havia anunciado anteriormente o presidente americano Donald Trump durante sua cúpula em Pequim.
"Tivemos uma viagem muito bem-sucedida à China e cumprimos nosso principal objetivo de reabrir o mercado chinês para pedidos de aviões da Boeing", afirmou a empresa em um comunicado.
Seu diretor-executivo, Kelly Ortberg, fazia parte da delegação americana que visitou a China junto com Trump.
"Isso incluiu um compromisso inicial de 200 aviões e esperamos que, após essa primeira etapa, novos compromissos sejam firmados", acrescentou a companhia, sem especificar os modelos incluídos.
O último pedido das autoridades chinesas à Boeing remonta a 2017, quando Donald Trump viajou a Pequim durante seu primeiro mandato na Casa Branca.
Na ocasião, foram negociados 300 aviões (de corredor único e de fuselagem larga) por um valor estimado em 37 bilhões de dólares.
Na quinta-feira, Trump anunciou que a China havia aceitado comprar cerca de 200 aviões "grandes" da Boeing.
"Uma das coisas que (o presidente Xi) aceitou hoje é comprar 200 aviões. Isso é algo importante. Boeing, 200 dos grandes", declarou o presidente americano em entrevista ao canal Fox News após sua reunião com seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Pequim.
"Foi uma espécie de declaração, mas acredito que foi um compromisso", acrescentou, sem mais detalhes.
A bordo do Air Force One, o avião presidencial americano, Trump acrescentou nesta sexta-feira que o acordo incluía também "uma promessa de 750 aviões" adicionais.
Há vários meses, alguns meios de comunicação americanos antecipam um possível pedido recorde de Pequim de cerca de 500 aviões de corredor único 737 MAX e uma centena de aeronaves de fuselagem larga (787 Dreamliner e 777).
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