Júri dos EUA concede US$ 49,5 milhões à família de vítima do Boeing 737 MAX
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Um júri dos Estados Unidos concedeu, na quarta-feira (13), 49,5 milhões de dólares (243 milhões de reais) em indenização à família de uma americana de 24 anos que morreu na queda de um Boeing 737 MAX em 2019.
O processo foi movido pela família de Samya Stumo, que morreu na queda do avião da Ethiopian Airlines em março de 2019, que matou um total de 157 pessoas.
O júri de Chicago, que deliberou por cerca de duas horas, determinou que "o valor total da indenização sofrida pela autora é de 49,5 milhões de dólares", segundo os documentos.
Quase todos os processos civis relacionados ao acidente foram resolvidos fora dos tribunais. No entanto, no caso de Stumo, sua família não conseguiu chegar a um acordo com a Boeing antes do julgamento, que começou na segunda-feira.
Stumo morreu a caminho do Quênia para sua primeira missão com a ThinkWell, uma ONG de saúde pública que visa melhorar o acesso à saúde na África e na Ásia. O avião caiu pouco depois de decolar de Addis Abeba, matando todos a bordo.
O acidente com o voo 610 da Ethiopian Airlines ocorreu cerca de quatro meses e meio depois da queda de um avião da Lion Air na Indonésia.
Os dois acidentes resultaram em um total de 346 mortes.
"Lamentamos profundamente a perda" dos familiares daqueles "que estavam a bordo do voo 610 da Lion Air e do voo 302 da Ethiopian Airlines", disse a Boeing em um comunicado.
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