Internacional

Senador paraguaio condenado por narcotráfico renuncia

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O senador paraguaio Erico Galeano, do governista Partido Colorado, renunciou nesta terça-feira (12) ao seu cargo após ser condenado a 13 anos de prisão por lavagem de dinheiro e associação criminosa vinculadas ao narcotráfico, informaram fontes legislativas.

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O Senado aceitou sua renúncia em uma sessão extraordinária convocada para tratar da perda de seu mandato, após a ratificação da condenação por um Tribunal de Apelação.

“Estamos nos desfazendo de gente que, no fim das contas, não segue a linha de honra” do partido, disse o presidente da Câmara, Basilio Núñez, para se distanciar do político condenado, ligado ao movimento do governo que domina o Senado e a Câmara dos Deputados.

O Ministério Público pediu imediatamente a prisão preventiva do acusado. Galeano foi denunciado há três anos em um caso que avançou no ano seguinte com a acusação formal e o julgamento oral.

O tribunal de sentença o condenou em março deste ano a 13 anos de prisão e um tribunal de apelação ratificou a condenação em 4 de maio. No entanto, ele seguia em liberdade até esta terça-feira, protegido por sua imunidades parlamentar.

A investigação judicial concluiu que o senador, de 59 anos, manteve vínculos com a organização criminosa atribuída ao narcotraficante uruguaio Sebastián Marset, extraditado em 13 de março da Bolívia para os Estados Unidos para enfrentar acusações federais.

Marset e o paraguaio Miguel Ángel “Tío Rico” Insfrán, preso em uma cadeia no Paraguai, são apontados como líderes de uma rede transnacional dedicada ao tráfico de cocaína.

O presidente do Congresso afirmou que seu colega mentiu aos demais parlamentares ao alegar que a acusação era fruto de perseguição política.

Entre as provas, o Ministério Público apresentou dados sobre o aluguel de pequenas aeronaves de propriedade do legislador para viagens de Marset e a venda no Paraguai de uma luxuosa propriedade para lavar dinheiro.

Em sua sentença, os juízes do tribunal de apelação confirmaram que Galeano “recebeu dinheiro proveniente de atividades ilícitas”, que utilizou “para se beneficiar econômica e comercialmente”. 

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hro/lm/cr/ic

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