Internacional

'Não é possível confirmar origem do contágio' por hantavírus, diz autoridade sanitária argentina

Publicidade
Carregando...

As autoridades sanitárias argentinas disseram nesta quinta-feira (7) que, por enquanto, "não é possível confirmar a origem do contágio" por hantavírus em um casal de holandeses que viajava no cruzeiro MV Hondius, e que provocou um surto no navio que partiu em 1º de abril de Ushuaia.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O ESTADO DE MINAS NO Google Discover Icon Google Discover SIGA O EM NO Google Discover Icon Google Discover

O MV Hondius gerou um alerta sanitário devido ao surto da doença, que é transmitida por meio das fezes, urina ou saliva de roedores infectados e para a qual não existe tratamento nem vacina.

Acredita-se que um passageiro tenha contraído a doença antes de embarcar e contagiado outras pessoas a bordo. Pelo menos três passageiros morreram: um casal holandês e uma alemã.

"Com as informações fornecidas até o momento pelos países envolvidos e pelos organismos nacionais participantes, não é possível confirmar a origem do contágio", afirmou o Ministério da Saúde argentino em um comunicado após uma reunião com autoridades das 24 províncias.

Após partir de Ushuaia, no extremo sul da Argentina, o navio fez escala em várias ilhas remotas ao longo do trajeto.

A embarcação navega em direção à ilha canária de Tenerife, onde está prevista sua chegada no domingo, segundo o site de monitoramento Marine Traffic, para evacuar os passageiros.

Segundo o Ministério da Saúde argentino, estudos realizados em um dos pacientes internados na África do Sul identificaram que a variante do hantavírus "corresponde à cepa Andes, presente em Chubut, Río Negro e Neuquén, além do sul do Chile".

A Terra do Fogo não registra casos de hantavírus desde 1996.

No entanto, o diretor provincial de Epidemiologia, Juan Petrina, confirmou à AFP nesta quinta-feira que o centro de pesquisa Malbrán realizará uma investigação neste mês para determinar a eventual presença de roedores portadores do vírus na região.

As autoridades sanitárias internacionais insistem que o nível de risco epidêmico é "baixo", devido ao fato de o vírus ser menos contagioso do que a covid-19, mas estão rastreando os possíveis contatos de alguns passageiros que desembarcaram antes do navio.

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

tev/vel/am

Tópicos relacionados:

argentina saude turismo

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay