Internacional

Musk 'ia me bater', diz cofundador da OpenAI em julgamento nos EUA

Publicidade
Carregando...

O presidente e cofundador da OpenAI, Greg Brockman, disse, nesta terça-feira (5), diante de um júri na Califórnia, nos Estados Unidos, que o bilionário Elon Musk o ameaçou fisicamente em uma confrontação ocorrida em 2017, ao declarar que o magnata saiu furioso depois que lhe foi negado à época o controle absoluto da empresa de inteligência artificial. 

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O ESTADO DE MINAS NO Google Discover Icon Google Discover SIGA O EM NO Google Discover Icon Google Discover

"De fato, pensei que ele ia me bater", afirmou Brockman no segundo dia de seu comparecimento no julgamento pela ação que Musk apresentou contra a OpenAI e seu diretor-executivo, Sam Altman. 

Musk acusa a empresa de trair sua missão original sem fins lucrativos. 

De acordo com Musk, a empresa mudou para uma estrutura lucrativa e desviou sua doação fundacional de 38 milhões de dólares (R$, 187 milhões, na cotação atual) para construir uma empresa avaliada hoje em 850 bilhões de dólares (R$ 4,18 trilhões).

A OpenAI, por sua vez, afirma que Musk saiu voluntariamente após não conseguir assumir o controle majoritário da empresa e, desde então, tornou-se seu rival direto através de sua própria startup de inteligência artificial, a xAI.

Brockman também declarou que, quando Musk anunciou sua saída da OpenAI em fevereiro de 2018, disse aos funcionários que pretendia desenvolver uma IA dentro da Tesla, sem levar a segurança em consideração.

"Se as ovelhas estão ditando a segurança e os lobos não, então não há propósito", teria dito Musk aos funcionários naquele momento, segundo Brockman.

A equipe de defesa da OpenAI alega que a cronologia do caso comprova que Musk tinha total conhecimento da mudança comercial da empresa e que sua demanda, apresentada em 2024, depois que já havia lançado a concorrente xAI, carece de mérito.

Brockman explicou que a OpenAI gasta atualmente cerca de 50 bilhões de dólares (R$ 246 bilhões) em poder de computação, em comparação com apenas 30 milhões em 2017 (R$ 147,7 milhões, na cotação atual). Ele argumentou que o enorme custo dessa tecnologia jamais teria sido compatível com uma organização beneficente.

Brockman reconheceu na segunda-feira que possui uma participação na OpenAI avaliada atualmente em 30 bilhões de dólares (R$ 147,7 bilhões).

O depoimento de Altaman está previsto para o início da próxima semana.

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

arp/mjf/cjc/lb/rpr

Tópicos relacionados:

empresas eua ia justica tecnologia tribunal

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay