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Wall Street demonstra robustez, puxada pela Apple

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A bolsa de Nova York fechou em níveis máximos históricos nesta sexta-feira (1º), impulsionada pelos resultados empresariais, a começar com os da Apple, a terceira maior empresa do mundo em capitalização de mercado.

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O índice Nasdaq, predominantemente tecnológico, subiu 0,89%, a 25.114,44 pontos, e o S&P 500 avançou 0,29%, a 7.230,12 pontos, índices que o levaram a superar seu máximo histórico do dia anterior.

Só o índice Dow Jones registrou queda de 0,31%. 

"O mercado está muito forte neste momento. Teríamos motivos de sobra para baixar, mas ao contrário, (os índices) estão alcançando novos máximos históricos, o que diz muito sobre a sua fortaleza", disse à AFP Adam Sarhan, da 50 Park Investments. 

Em abril, os principais índices da bolsa americana registraram ganhos praticamente ininterruptos, batendo vários recordes.

O Nasdaq e o S&P 500 tiveram, assim, seu melhor mês desde 2020 e a pandemia de covid-19 com rentabilidades 15% e 10%, respectivamente.

Este impulso se deveu a resultados trimestrais que superaram as expectativas.

Das mais de 300 empresas do S&P 500 que publicaram seus resultados trimestrais, "84% registraram uma surpresa positiva em termos de lucros por ação e 81% em termos de receitas", assinalou a empresa de dados financeiros FactSet. 

Se este ritmo for mantido, este seria o trimestre mais rentável desde pelo menos 2009, segundo a FactSet. 

A Apple, a última gigante tecnológica a divulgar seus resultados, registrou um segundo semestre sólido para seu ano fiscal, graças, em particular, às vendas robustas do iPhone. 

Seu lucro líquido aumentou 19% na comparação ano a ano, alcançando 29,6 bilhões de dólares, e os lucros por ação se situaram em 2,01 dólares, frente ao 1,95 dólar previsto pelo consenso da FactSet. 

O preço das ações subiu 3,24%, a 280,14 dólares, o que adicionou mais de 120 bilhões de dólares à sua capitalização de mercado. 

Segundo José Torres, da Interactive Brokers, os investidores na bolsa estão "ignorando por completo os riscos macroeconômicos e o aumento dos custos de endividamento".

Por volta das 20h30 GMT (17h30 de Brasília), o rendimento dos títulos do Tesouro americano a dez anos beirava os 4,37%, um valor inalterado em relação ao dia anterior, em comparação com os 3,94% do fim de fevereiro.

A guerra no Oriente Médio "não afetou em absoluto as previsões de lucros empresariais até o momento", assinalou Patrick O'Hare, da Briefing.com. 

No entanto, os preços do petróleo bruto seguem acima dos 100 dólares o barril, em comparação com os menos de 70 dólares, antes do início da guerra.

"Se se observa a interrupção sem precedentes do fornecimento mundial de petróleo e gás natural, o mercado (de hidrocarbonetos) ainda não sofreu todas as consequências", advertiu, nesta sexta, Darren Woods, CEO da ExxonMobil.

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tmc/myl/dg/nn/mvv/ic

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