EUA pede libertação 'imediata' de Nobel da Paz birmanesa Suu Kyi
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Os Estados Unidos exigiram, nesta sexta-feira (1º), a libertação imediata da ex-líder birmanesa Aung San Suu Kyi, que está em prisão domiciliar por ordem da junta militar no poder.
"Continuamos exigindo sua libertação imediata e incondicional", declarou um porta-voz do Departamento de Estado à AFP.
O chefe da junta militar birmanesa, recentemente empossado como presidente, ordenou na quinta-feira que a ex-líder, condenada a cinco anos de prisão, cumprisse o restante da pena em prisão domiciliar.
Em um comunicado emitido por seu gabinete, o novo chefe de Estado, Min Aung Hlaing, que liderou o golpe de Estado de 2021 contra o governo da ganhadora do prêmio Nobel da Paz, anunciou a comutação do restante da pena para prisão domiciliar.
Aung San Suu Kyi, de 80 anos, continua gozando de popularidade em seu país, e sua família manifesta com frequência preocupação com o agravamento de seu estado de saúde.
"Incentivamos o regime a garantir que Aung San Suu Kyi tenha acesso adequado a cuidados médicos", dada a fragilidade de sua saúde, acrescentou o porta-voz.
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