Internacional

Após Extremadura, direita e extrema direita se aliam para governar Aragão

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Uma semana depois de seu acordo para governarem juntas a região de Extremadura, a direita e a extrema direita espanholas anunciaram, nesta quarta-feira (29), um novo pacto em Aragão, em outra aproximação entre os dois campos a um ano das eleições nacionais.

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Após a votação, Jorge Azcón, do Partido Popular (PP, direita), foi reeleito presidente regional de Aragão no Parlamento regional, com o apoio do Vox.

Imediatamente depois, Azón apertou a mão do representante local da extrema direita, Alejandro Nolasco.

O PP de Azcón tinha vencido as eleições regionais em fevereiro, à frente da candidatura socialista liderada por Pilar Alegría, ex-ministra e ex-porta-voz do governo nacional de Pedro Sánchez, mas sem maioria absoluta.

Este novo pacto com o Vox reforça a aliança em nível nacional entre a direita e a extrema direita espanholas, depois que tensões no passado acabaram com as coalizões anteriores em várias regiões.

Este acordo gerou duras críticas no governo do socialista Pedro Sánchez, que voltou a criticar no Congresso estes pactos, assim como o princípio de "prioridade nacional" que incorporam, uma medida que comporta, segundo ele, "xenofobia, racismo, segregação".

O PP e o Vox já tinham alcançado um acordo para governar a região de Aragón em 2023. No ano seguinte, no entanto, o partido de extrema direita saiu dos cinco executivos regionais dos quais participava em coalizão após um desacordo sobre a questão da distribuição de menores estrangeiros por toda a Espanha.

Após longas negociações, os dois partidos chegaram a um acordo na semana passada para governarem juntos Extremadura, uma extensa região agrícola, fronteiriça com Portugal.

A região de Castela e Leão poderia seguir os mesmos passos, pois ali o PP também ficou em primeiro lugar nas eleições regionais de março, mas sem maioria absoluta.

Na Espanha, um país muito descentralizado, agora são esperadas com grande interesse as eleições regionais que serão realizadas na Andaluzia em 17 de maio, uma vez que estas eleições na região mais populosa do país são vistas como uma prévia das eleições gerais, previstas para o próximo ano.

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rbj/rs/du/ahg/mvv/aa

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