Ataque israelense no Líbano deixa oito mortos, três deles socorristas
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O Ministério da Saúde do Líbano informou que os ataques israelenses desta terça-feira (28) mataram oito pessoas, incluindo socorristas da Defesa Civil, e deixaram dois soldados feridos no sul do país, apesar do cessar-fogo em vigor.
O Exército de Israel, por sua vez, anunciou que destruiu uma ampla rede de túneis do grupo pró-iraniano Hezbollah, utilizada por combatentes de elite no sul do Líbano.
Israel combate o Hezbollah desde o início de março, enviando tropas ao sul do Líbano para enfrentar o grupo militante apoiado pelo Irã.
Os ataques bilaterais continuam apesar do cessar-fogo acordado desde 17 de abril.
O Ministério da Saúde do Líbano afirmou que "o bombardeio aéreo do inimigo israelense contra a localidade de Majdal Zoun (...) causou, segundo um balanço preliminar, cinco mártires", termo oficial usado para se referir aos mortos.
O órgão indicou que entre eles estavam "três paramédicos da Defesa Civil libanesa que ficaram presos sob os escombros após um ataque que os teve como alvo enquanto realizavam uma missão de resgate".
O ministério acrescentou posteriormente que outras duas pessoas morreram e 13 ficaram feridas em um ataque israelense na localidade de Jebchit, no sul do Líbano.
O Exército libanês informou que dois de seus soldados ficaram feridos "como consequência de um ataque hostil israelense contra uma patrulha do exército".
O comunicado representou a primeira vez em que o Exército libanês afirmou que suas tropas haviam sido atacadas desde o início da trégua.
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