Internacional

Belarus liberta jornalista Prêmio Sakharov em troca de prisioneiros

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Belarus libertou nesta terça-feira (28) três cidadãos poloneses, entre eles o jornalista polonês-bielorrusso Andrzej Poczobut, além de dois cidadãos moldavos, em uma troca de prisioneiros com a participação de vários países e coordenada pelos Estados Unidos. 

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A libertação dos prisioneiros foi confirmada pelo enviado de Donald Trump a Belarus, John Coale. "Hoje, (...) minha equipe e eu contribuímos para conseguir a libertação de três poloneses e dois moldavos", afirmou no X. 

Anteriormente, o primeiro-ministro polonês havia anunciado no X a libertação de Andrzej Poczobut, laureado com o Prêmio Sakharov para a Liberdade de Pensamento em 2025. "Andrzej Poczobut está livre! Bem-vindo a casa, à Polônia, meu amigo", escreveu Donald Tusk no X. 

O jornalista, de 53 anos, é membro da minoria polonesa em Belarus. Em fevereiro de 2023, foi condenado a oito anos de prisão na ex-república soviética, o que a oposição qualificou como "vingança pessoal" do autocrata no poder, Alexander Lukashenko. 

O governo de Lukashenko exerce uma repressão implacável contra todas as vozes críticas, sobretudo desde o movimento de protesto sem precedentes de 2020. 

Em uma conferência de imprensa com o chanceler polonês em Varsóvia, John Coale afirmou que, até a data, mais de 500 pessoas foram libertadas de prisões bielorrussas e que entre 800 e 900 continuam detidas. 

O ministro das Relações Exteriores polonês, Radoslaw Sikorski, disse que a libertação foi possível graças a "uma troca de prisioneiros". 

Segundo o enviado americano, sete países, além dos Estados Unidos, participaram: Rússia, Belarus, Cazaquistão, Romênia, Polônia e Moldávia. "Um historiador russo" estava entre os prisioneiros trocados, acrescentou. 

Os meios de comunicação estatais russos o identificaram como o arqueólogo Alexander Butiaguin, detido na Polônia e que seria extraditado para a Ucrânia, onde é acusado por escavações na Crimeia anexada.

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bo/hgs/mab/jc/aa

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