Internacional

Colômbia registra 31 ataques da guerrilha desde a sexta-feira

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Pelo menos 31 ataques da guerrilha foram registrados no sudoeste da Colômbia durante o fim de semana, entre eles a detonação de uma bomba em uma rodovia que deixou 21 mortos, segundo o balanço mais recente do governo.

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O balanço de vítimas fatais no ataque com explosivos no sábado no departamento do Cauca subiu para 21, disse, nesta segunda-feira (27), o ministro da Defesa, Pedro Sánchez, à rádio Caracol. Outras 56 pessoas ficaram feridas.

Desde a sexta-feira foram registradas 31 ações da guerrilha em três departamentos do sudoeste do país, disse à AFP uma porta-voz das Forças Militares. 

Os ataques são atribuídos a uma facção dissidente da guerrilha das Farc, comandada pelo insurgente conhecido como Iván Mordisco, o criminoso mais procurado da Colômbia, que se financia principalmente com o tráfico de cocaína.

A "onda terrorista" é uma resposta a operações militares na região, assegurou o ministro Sánchez à Blu Radio, qualificando estas ações como "crimes de guerra".

O Cauca, com uma extensa superfície de cultivos de entorpecentes, é um dos departamentos mais assolados pela violência da guerrilha antes das eleições gerais de 31 de maio.

O presidente esquerdista Gustavo Petro tachou os rebeldes de "terroristas" e ordenou que a força pública redobre sua perseguição.

Os principais candidatos presidenciais também condenaram os atos de violência.

Os ataques semeiam um "clima de medo" às vésperas das eleições, disse no X o esquerdista Iván Cepeda, favorito nas pesquisas de intenção de voto e herdeiro político de Petro, que não pode disputar a reeleição.

Após chegar ao poder, em 2022, Petro tentou sem sucesso negociar a paz com as maiores organizações armadas, que fortaleceram suas fileiras nos últimos anos.

"Estes não são atos isolados, são parte de um plano de desestabilização do desgoverno de Petro", disse o advogado direitista Abelardo de la Espriella, segundo colocado nas pesquisas.

"Este governo permitiu que a violência cresça", disse, por sua vez, a senadora Paloma Valencia, candidata do partido do ex-presidente Álvaro Uribe (2002-2010) e originária do Cauca, que disputa ombro a ombro com De la Espriella por uma eventual vaga no segundo turno.

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vd/mel/mvv-jc

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