Militares do Paquistão matam 22 supostos combatentes durante confrontos
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As forças militares do Paquistão mataram 22 supostos combatentes em confrontos no noroeste do país durante a semana, informou o Exército nesta sexta-feira (24), e uma criança também morreu no fogo cruzado.
Na terça-feira, "uma operação militar conjunta das forças de segurança e dos órgãos responsáveis pela aplicação da lei" resultou em "uma intensa troca de tiros" em que os militantes morreram, afirmou o Exército em um comunicado.
Uma criança de 10 anos morreu no tiroteio, que aconteceu no distrito de Khyber, perto da fronteira com o Afeganistão.
O primeiro-ministro Shehbaz Sharif "expressou tristeza com o martírio de uma criança de 10 anos durante os disparos não provocados dos terroristas", segundo um comunicado de seu gabinete.
Os ataques, muitos deles reivindicados pelo movimento dos Talibãs paquistaneses (TTP), foram intensificados nos últimos anos, em particular nas províncias fronteiriças com o Afeganistão.
O Paquistão acusa o Afeganistão de proporcionar um refúgio seguro aos militantes desde que os talibãs afegãos retornaram ao poder no país em 2021, o que Cabul nega.
As alegações desgastaram a relação entre os países vizinhos e provocam confrontos fronteiriços frequentes.
O Exército do Paquistão lançou este ano uma onda de ataques que o ministro da Defesa chamou de "guerra aberta" no Afeganistão, após uma série de atentados suicidas.
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